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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

O Vampiro de São Paulo

Bom dia meus queridos...

E hoje venho com um conto vampiresco e sexual gay para vocês.

Apreciem sem moderação e deem a opinião de vocês...

Boa leitura e um Feliz Ano Novo a todos.

*** Este conto tem teor sexual e não é recomendado para pessoas com menos de 18 anos de idade e aqueles que podem ficar ofendidos com o conteúdo e/ou a linguagem que foi usada ***

Obs.: Este conto foi um pedido de um dos leitores do blog, Jeferson, mais conhecido como NewPohl, vocalista da banda Angel Of Blood (Blutengel Tribute). 

Erik e Jason - True Blood


 

  "Com a noite vem as trevas e as criaturas da escuridão despertam para fazer seu banquete bebendo o sangue dos vivos. Mas nem todos seres se escondem nas sombras para sua caçada maldita: existem aqueles que preferem o glamour da alta sociedade – o sangue azul dos ricos é o mais saboroso..."

 Numa noite de minguante lua, Mark sai ao luar quando os sinos da Catedral da Sé se faz ouvir. No ano de 2015, enquanto muitos se escondem ao cair da noite, por falta de dinheiro ou mesmo vontade, os monstros andam e buscam por alimento, enquanto sua maldição de não-vida ainda pode ser vivida.

Um jovem de, aparentemente, 20 anos, Mark já tem quase 300 anos de vida vampírica e de tudo que já observou, nada mais lhe chama tanto a atenção.

Com seu carro, ele dirige até seu bar preferido: Bar do Batata, na República, onde vários gays se encontram para beber uma "breja" e conversar e se distrair de uma sociedade onde seu modo de vida é considerado mostruoso e indigno de apreciação;
como se essas pessoas soubessem o que é mesmo ser um monstro..., dizia a si mesmo Mark, enquanto dirigia seu Porsche preto para o bar.

Ao chegar próximo do estacionamento, próximo da estação do metrô República, Mark vê alguns jovens de negro e andando em direção à praça da República e outros indo para a praça Vieira, ponto de encontro para vários LBGT's. Mark estava vestido sua tradicional camiseta preta com colete igualmente preto, calças pretas e seu sapato social, como um bom e antiquo vampiro, jamais deixava de portar seu anel de pérola negro.

Andou por alguns minutos até chegar ao bar do Batata. Estava lotado, como sempre, mas sabia que sempre encontraria sua mesa reservada.

- Olá Batata, como vai? - disse Mark ao funcionário mais conhecido da região.

-  Estou ótimo Mark, a mesa de sempre?

- Mas é claro - respondeu Mark com o olhar já vidrado em sua mesa aos fundos do bar, onde se encontravam algumas pessoas. Nada de vampiros aqui hoje?, pensou, isso é bom...

 Sentando-se em sua mesa, Mark pede uma cerveja, enquanto aprecia os homens que iam e vinham pegando cervejas e conversando uns com os outros, riam e se beijavam. Este lugar precisa de uma animada... pensando, Mark se vira para Batata e pede sua música preferida (que por mais que não fosse o gosto dos demais, ou do ambiente, ele queria ouvir). Batata então põe a música Angel Of The Dark, da banda alemã Blutengel, e a que mais definia Mark em seu tempo na Alemanha como guerrilheiro.

Passado alguns minutos, que se tornaram horas, Mark já com vontade de ir para casa, se levanta. Ao fazê-lo, tropeça em um homem, um jovem de curtos cabelos negros e vestindo uma camiseta social branca com colete parecido com o de Mark.

- Me desculpe, querido - dizia Mark - não foi minha intenção sujá-lo com minha bebida - desculpou-se vendo que sua taça de vinho derramou sobre a camiseta do rapaz.

- Puta merda cara! - gritava o outro - comprei esta camiseta hoje!

- Mil perdões rapaz. Tenho uma camiseta no meu carro, você a quer? - disse Mark já analisando o garoto que agora mostrava-se usando lentes brancas  e seu belo rosto com pouca barba; Boa ideia ter derramado vinho... creio que terei uma noite daquelas!

- Claro que quero - respondeu o garoto já mais calmo - Meu nome é Adriano - responde o jovem após uma bela olhada para o físico de Mark de cima à baixo - gostei das vestes... bem vampiro.
- Agradecido Adriano, me chamo Mark, ao seu dispor... - dizendo isso, Mark dá um sorriso de canto e uma biscadela e anda para fora do bar se despedindo de Batata e com Adriano logo atrás de si.

Andaram até o carro de Mark sem trocar palavras, apenas olhares um tanto maliciosos e intensos...

- Mas diga ai, Mark, - diz o garoto quebrando o silêncio entre os dois - o que você faz aqui na República esta hora da noite? Meio perigoso não?

Parando um momento, Mark se vira para Adriano e responde:

- Vim em busca de alimento, e vejo que encontrei - com uma leve passada de língua no canto da boca, Mark vira-se para a frente e segue até o carro, mas não precisou virar-se para Adriano novamente para saber que este olhava suas coxas e mordiscava o canto da boca, já um tanto excitado pelas batidas de seu coração que se acelerava cada vez mais ao se aproximar de Mark.

Ao chegarem no carro de Mark, Adriano dá um passo para trás ao ver o Porsche.

- Uou - diz passando sua mão por cima da ombro de Mark - você sabe mesmo como dar uma cantada em alguém sabia?

- Não dei cantada e ninguém meu caro, apenas você que me seguiu até aqui - ao dizer isso, o coração de Adriano acelera ainda mais, e Mark já com água na boca e suas presas quase pulsando para fora e "voando" para a jugular de Adriano, conclui  - Já chegamos até aqui, quer ficar ai parado ou entrar e dar uma volta comigo?

- Não precisa perguntar de novo querido... - ao dizer isto, Adriano adentra o carro de Mark.

Mark sabia que teria problemas de tentar qualquer coisa ali dentro do estacionamento, pois havia várias câmeras, então teria que retirar Adriano de vista.

Já dentro do carro, Mark percebe que Adriano está excitado no banco ao lado do seu, fitando o horizonte, desnorteado, Mark não sabia se era por vergonha ou medo.

- Diga ai, senhor Adriano - comenta Mark - onde você mora?

- Mo... Moro aqui mesmo, na República e você? - questiona Adriano, já tendo coragem de olhar nos olhos do rapaz ao lado.

- Bom, digamos que eu moro em todos os lugares, mas atualmente vivo num hotel próximo a Catedral da Sé. Quer ir conhecer?

Sem ao menos esperar, Adriano põe sua mão por cima da calça de Mark e o fazendo se excitar no mesmo instante. Ao olhar para Adriano, vê-se o olhar de um garoto que quer fuder...

Algum tempo depois, eles chegaram ao hotel onde Mark se hospedava e para o espanto de Adriano, um puta de um hotel. Ao dar as chaves do carro para o manobrista, Mark leva Adriano até o hall de entrada do hotel e cumprimentou a recepcionista, sua amiga vampira Ellen, uma linda negra de longos cabelos ondulados e negros. Pegou o elevador com o jovem rapaz e apertou o botão do 15º andar.

Ao chegar no quarto de número 169, Mark abre-a e adentra, sendo seguido por Adrianno que relutante entra e tranca a porta.

- Vamos lá meu querido, acomode-se que trarei uma taça de vinho para nós - diz Mark já entrando num dos cômodos.

Adriano sentou-se numa das poltronas negras da sala e percebeu que quase todo o local estava ornamentado com decoração vitoriana ou medieval. As cortinas negras deixando a luz da lua adentrar a sala, dava ainda mais um toque sombrio ao local.

- Bom, espero que aprecie este vinho - diz Mark, voltando do cômodo com duas taças vermelhas cheia de um líquido avermelhado - uma das melhores safras da Itália - dando então uma das taças à Adriano conclui - cortesia de uma velho amigo florentino.

-Diga-me Mark, qual o motivo desta decoração? - indaga-lhe Adriano.

- Eu amo a cor preta e ela me persegue durante séc... anos - ponderando sua resposta, Mark tenta desconversar - mas não estamos aqui para falar de decoração ou de tempos passados, mas para falar de nosso futuro.

Deixando sua taça de lado, Mark dá um beijo profundo em Adriano, que pego de surpresa, quase poderia ter certeza de ter visto presas enormes saindo da boca do outro. Deixando-se levar pelo momento, Adriano larga sua taça no chão, derramando seu conteúdo no carpete, que se tivesse prestado atenção, poderia ver o líquido tão viscoso que não poderia ser comparado a um vinho.

 

 Mark levanta-se e pega Adriano no colo, levando-o para seu quarto especial... Ao adentrar, solta-o e o rapaz fica admirado com o que vislumbra a sua frente: um quarto com uma cama e por cima da cama correntes que estão presas ao teto.

- Acalme-se meu querido Adriano... - sussurrava Mark no ouvido de Adriano - isto é só  começo. Vamos nos divertir?!

Ao dizer isto, Mark agarra o garoto e dá-lhe mais um beijo o levando para próximo da cama. Ao chegar lá, prende os braços do garoto as correntes no teto e prende seus pés em amarras, que Adriano não tinha visto, na cama.

- Nossa, você gosta de brincar assim? - questiona Adriano, já vendo o pênis de Mark pulsando por cima da calça.

Mark sem conseguir se segurar mais, arranca sua roupa do corpo, despindo-se e deixando a mostra seu grande pau, que com admiração, Adriano olha lambendo os lábios. Mark então rasga as roupas de Adriano, que aquela altura não estava mais ligando para suas roupas, apenas para aquele pênis que o encarava, chamando-o e seduzindo-o a chupar.

Mark já com as presas pulsando em sua boca, solta um rugido gutural, o que faz Adriano se arrepiar, de medo e excitação, ao mesmo tempo. Mark vira-se para Adriano, com suas presas e seus olhos avermelhados.

- O q... o que é você? - brada Adriano com um rosto branco de espanto.

- Eu sou aquele que a sociedade esconde e aquele cujo poder é imenso e temido... - diz Mark, se aproximando - e você é meu alimento... de todas as formas possíveis de se suprir energia.


Ao dizer estas palavras, Mark morde a jugular de Adriano, que de primeiro momento sente uma terrível dor, mas aos poucos o prazer vai tomando conta de seu corpo e relaxa, deixando que sua energia vital seja sugada pelo homem mais belo que já esteve em sua vida.

Se afastando de Adriano, Mark solta-o das correntes e amarras dos pés e joga-o no chão; quando este está de joelhos, Mark segura-o pela nuca e enfia seu pau na boca de Adriano e esse quase se engasgando, retira-o da boca, após recuperar o fôlego, Adriano enfia o pau de Mark novamente na sua boca e fazendo carinhos em suas bolas.

Mark rasga seu pulso e faz com que Adriano beba seu sangue. Relutante, Adriano pega o pulso de Mark e abocanha, sugando o líquido vermelho rubro que sai do corte. Adriano sente o líquido passando de sua garganta para suas veias e uma pontada forte em seu peito, mas estava mais excitado, sentia seu pênis latejar e todo seu corpo se contrair, querendo que Mark enfiasse seu pau por trás.

Sem esperar mais, Mark segura o rosto de Adriano e num instante, gira sua cabeça 180º, fazendo com que se ouvisse o quebrar de ossos. Após poucos segundos, Adriano volta a respirar e levanta-se se súbito.

- Venha aqui - diz Mark, segurando no rosto de Adriano - você está gostando não é? Então vira...

Adriano obedece Mark e vira-se de costas, nu, sentindo agora a brisa da madrugada que adentra por uma janela discreta no outro extremo do quarto. De quatro, Adriano sente mais uma mordida de Mark, agora em sua coxa, que dilacerada, jorra sangue pela cama, e Adriano sente quando Mark enfia seu pênis por trás com toda a força, fazendo-o gemer alto.


Sem perceber, presas saíram de sua boca e o prazer que sentiu foi mais intenso do que poderia imaginar. No vai e vem de Mark, Adriano sentia mais e mais prazer, um prazer doloroso e excitante, que fez Adriano gozar apenas por Mark segurar seu pau.

Virando Adriano de frente, Mark novamente penetra o jovem, fazendo com que este gemesse ainda mais, olhando em seus olhos.

Algum tempo depois, já comendo Adriano de lado, Mark joga-o no chão e, urrando, goza em cima de Adriano.

- Meu querido - pergunta Adriano, já voltando a si - o que você fez comigo? Agora eu sou... um vampiro como você?

- Sim e a partir de hoje, você irá andar comigo na noite e mostrarei as belezas da noite vampírica.

- Não se preocupe Adriano - indaga Mark vendo a face pálida do rapaz se entristecer - Venha e participe de sua primeira alimentação.

Ao dizer isto, Mark abre uma porta próxima da cama e de lá, uma mulher ruiva sai e, semi nua, deita na cama e inclina sua cabeça para o lado, apenas esperando pelo grand finale.

Sem dizer nada, e com os olhos fumegando e as presas já a mostra e salivando, Adriano avança em direção a primeira de suas vítimas e para o banquete de sangue que o esperava...

Gostou do conto? Então dê sua opinião e se inscreva no blog. Não deixe de nos escrever sobre temas que queiram que escrevamos aqui. Não copie! Conto de minha autoria. Curta a página de Engelsblüt no Facebook e Siga seus Instintos! 

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Os Irmãos Grimm e suas Reais Criações: Chapelzinho Vermelho.




Boa tarde queridos amigos e amigas de Engelsblüt!
Quem de nós nunca foi fascinado quando criança, pelas histórias dos contos de fadas nos apresentados pela Disney? 


Pois bem, poucos são os que conhecem realmente as versões mais antigas desses contos, como da Branca de Neve, Chapelzinho Vermelho, Cachinhos Dourados e os Três Ursos dentre outros.


Se você não conhece essas histórias, venha conhecer. E se você já conhece, dê sua opinião sobre o assunto aqui nos comentários.


A primeira dessas história será a de Chapelzinho Vermelho...
Então vamos ao que interessa?!


                                         


A história da garotinha com um capuz e capa vermelhos, tornou-se mundialmente conhecida e uma das história dos contos de fadas mais contadas de todos os tempos. A versão contada por todos que conhecemos, a menina sobrevive após escapar com sua avó das garras do lobo com a ajuda de um caçador. Mas as versões antigas nos trazem metáforas, assim como a cor da roupa da garota, que mostra o início da passagem da vida de criança para a adulta.

O capuz de Chapelzinho Vermelho, nos incita do ciclo menstrual da garota, passando de criança para a adolescência; o lobo, nos mostra os mais selvagens desejos sexuais que podem acometer o ser humano.

No conto, Chapelzinho Vermelho é mandada por sua mãe à casa de sua avó para levar-lhe guloseimas, mas avisa a garota para não ir pela floresta, pois é muito perigosa para crianças. Mas a menina muito teimosa, decide ir pelo caminho da floresta, pois chegaria mais rápido à casa de sua avó. Andando pela floresta, Chapelzinho encontra o lobo que a faz perder tempo, e depois de muita insistência, o lobo descobre para onde a garotinha vai, e decide correr até seu destino para que lá, possa se alimentar da jovem de capuz vermelho.

Ao chegar a casa da vó de Chapelzinho, o lobo a devora por partes, deixando alguns pedaços e sangue para fazer uma sopa. Quando a garota chega a casa da sua avó, a garota desconfia da aparência desta, mas logo fica com fome e come a sopa feita por ela (aqui está uma menção ao canibalismo cometido por Chapelzinho Vermelho, mesmo que sem intenção).

Após a janta, o lobo pede para que a menina deite-se na cama com ele e nós conhecemos muito bem as palavras que ficam na memória de todos que já ouviram este conto:

- Vovó, por que esses olhos tão grandes? - pergunta gentilmente a garota, para não demonstrar seu medo à velha.
- É para te ver melhor minha netinha. - responde o lobo.
- E essas orelhas tão grandes?
-É para te ouvir melhor, minha querida.
- Mas vovó, e esta boca tão grande?
E então é respondida pelo lobo, já babando com a vontade de comer a garota:
- É para te comer...

E então, o lobo devora a pequena garotinha. Em outras versões, a garota consegue fugir após fazer um strip-tease, mas em outras, pede para defecar para então fugir, mas a vovó pede que defeque na própria cama, mas após muita insistência, a "vovó" autoriza a garota ir ao banheiro e então, foge.

E você, sabe outras versões dessa história? Nos conte aqui nos comentários!

Dê também opiniões sobre uma história dos Irmãos Grimm que queira ler que terei o prazer de escrever sobre.





OBS: Por favor não copie! Mas comente o que achou. Texto/artigo criado por mim. Mandem sugestões para o email : zandrack.kaique@gmail.com e terei o prazer de escrever mais contos e pesquisas/artigos sobre o assunto que quiserem. Visite também o meu perfil pessoal do Facebook: https://m.facebook.com/Zandrack.Lucifer e adicionarei todos como amigos.

domingo, 22 de novembro de 2015

A Casa

Bom dia leitores e leitoras de Engelsblüt,


Nós, Mal'akh C. Alberack e Mianaahí W. Alberack, pedimos desculpas pela demora quanto à postagem na página, estivemos com alguns problemas e nos impossibilitou de postar qualquer coisa.

Mas vamos lá que hoje trago à vocês um conto de terror.

Divirtam-se ao sabor da Casa.



" - Na noite tudo cria vida; todas as coisas inanimadas vêm a desiludir tal palavra. Até mesmo as coisas mais inimagináveis criam vida... Não concorda, casa querida?".

Numa noite de luar, perdida entre as florestas densas de Paranapiacaba, existe uma casa; uma casa coberta de musgos e a anos, abandonada. Diz a lenda, que seus antigos donos ouviam o farfalhar das folhas das árvores se agitarem próximas da casa, ouviam sussurros de vozes que viam com os ventos, soprando os murmúrios e lamentações daqueles que habitam o mundo dos mortos... e hoje, contarei uma dessas histórias:
Era um fim de tarde, um sábado, talvez, quando um grupo de jovens adentrou a floresta, seguindo os passos de uma jovem garota, que aparentava ter uns 15 ou 16 anos de idade. Uma garota negra, longos cabelos em estilo dread com um vestido preto, que descia-lhe até arrastar na alta grama que antecedia a imensa casa abandonada, que era o objetivo da garota.
- Vamos Kelly, vamos voltar - diz uma garota - que não passava de seus 12 anos - para a negra a sua frente - Mamãe e papai não vão gostar de ter te seguido até esta casa abandonada. Eles jamais vão nos perdoar por ter desobedecido.
- Fica calada Michelle, eles não vão saber que estivemos aqui - diz a negra, parando a frente e olhando para Michelle - Aliás, só vamos dar uma olhada na casa e saber o motivo do porquê não deixam as crianças brincarem aqui.
Desviando o olhar, Kelly olha atrás de Michelle, e vê o restante do grupo se aproximando, com eles, uma garota de num máximo 17 anos, pele clara, seios fartos e loura, que está de mãos dadas com um outro garoto. Não suporto esta Bárbara com o namoradinho dela, Filipe, pensa Kelly, para onde a vaca vai, o boi tem que ir atrás? Filipe é um garoto negro, com seu cabelo "estilo Neymar" e uma barba crescendo em sua face, é um tanto gordinho e, como Kelly bem sabia, um safado e tanto!
- Ora, ora... - indaga Filipe - vejo que estão com medo de se aproximar da casa...
- Mas é claro que não estamos - responde com rispidez Kelly - Não tenho medo e sabe muito bem disso. Estamos é esperando vocês quatro chegarem, nunca vi, a cada minuto parar para ficar se agarrando.
Mais atrás, outro casal se aproxima, é Maxwell e Roberto, como sempre dizia Kelly, o casal gay mais lindo de todo o mundo. Maxwell é um garoto de seus 19 anos, loiro e com um cabelo maior e melhor do que o de muitas garotas da sua idade. Todas as meninas na escola tinham inveja dele, pois era o mais gato de todos os meninos e namorava o segundo mais gato da escola. Roberto, um menino um tanto afeminado de seus 17 anos, era andrógino e muito bonito. Seus cabelos longos e negros, lhe davam a aparência de sedutor e, ao mesmo tempo, a de uma garota malvada. Com seu estilo gótico, jamais se recusara a um relacionamento, que o daria status perante os colegas de escola.
- Nossa, por que vocês estão parados? - questiona Roberto - Decidiram que tudo isso é uma brincadeira de criança e que já estamos grandinhos demais para brincar de curiosos? Eba!
- Não, é claro que não - responde Kelly já nervosa - Só esperando vocês.
Após alguns minutos de intrigas, os jovens continuam seu caminho rumo a casa abandonada. Um velho caminho de cascalhos, que estava totalmente em coberto por conta da grande quantidade e altura da grama.
- Nossa, ela é assustadoramente sinistra... - indaga Maxwell admirando a construção rústica a sua frente.
A casa, uma construção muito antiga, não há mais portas nem janelas, apenas uma casa de tijolos e madeira totalmente coberta por musgos e folhagens das árvores presentes no local. Com um ar de mistério e perigo, a casa trás uma sensação de que seus antigos donos a muito deixaram de habitar o local.
- Vamos entrar, já está ficando tarde - diz Michelle já preocupada com que os pais percebessem a ausência das meninas de casa - papai e mamãe ficarão furiosos com a gente Kelly.
- Fica calma Miih, nós vamos chegar em casa antes do papai e da mamãe - responde num sussurro Kelly.
O sol já estava se pondo quando o grupo de jovens decidiu, por fim, adentrar a  imensa casa. Ao passarem por uma das imensas e antigas árvores, farfalhou com o sopro gélido do vento do fim de tarde de Paranapiacaba. Os jovens logo se arrepiaram ao sentir o toque do vento e um leve arrepio na espinha, os fizeram temer o que poderiam encontrar dentro da casa.
- Vamos, parem de temer o que não existe! - sussurra Bárbara para o grupo, como quem quis dizer: Parem de ser crianças e ter medo do Bicho-Papão!
Sem nem mesmo se importar com a indagação de Bárbara, Kelly continua entrando na casa, sem ao menos olhar para trás. Kelly então ouve alguns sussurros e risadas baixas vindos de mais a frente, com os dedos rígidos e as pernas quase duras querendo parar, duas criaturas saem por de trás de uma das pilastras imensas e repletas de galhos e folhas. Kelly então cai no chão e grita, sentindo que seus últimos dias de vida estariam agora se esvaindo...
Em segundos, gargalhadas altas irromperam por todo o local. Ao abrir os olhos, Kelly vê que as "criaturas" saídas das pilastras, na verdade eram dois colegas de classe, Artur e Márcio. Olhando para trás, já se levantando e com uma face vermelha de raiva e vergonha, ao mesmo tempo, vê sua irmã e seus amigos que a seguiram, caídos no chão e rindo sem parar.
- Mas o que foi isso? - questiona Roberto - Você não disse que não tnha medo? Caiu feito uma patinha kkkk'
- Parem de rir! - grita Kelly que nesse momento, sendo algo frio tocar-lhe a pele - E me solte Artur, seu ridículo!
Mas não teve tempo de conferir se realmente era seu amigo, seus colegas se calaram e olhavam fixamente para Kelly.
- O que foi irmã - pergunta Michelle, já com medo da irmã conversando sozinha - não há ninguém ai atrás, os meninos já estão aqui.
Olhando para os lados, Kelly vislumbra seus colegas que a assustaram de costas com as paredes laterais, e de relance, vê uma mão espectral a segurá-la pelo ombro esquerdo e outra em seu ombro direito.
Num grito, seus colegas a perdem de vista, quando uma lufada muito forte de ar adentra a casa e cega-os com os cascalhos e galhos voando por todos os lados. Com a força do vento, Roberto, Maxwell, Bárbara, Filipe, Artur e Márcio são jogados para fora da casa e uma escuridão mortífera recai sobre o local, impossibilitando-os de enxergar qualquer movimentação entro da casa abandonada.
Lá de dentro, ouviram gritos, a força de algo pesado batendo nas pilastras de mármore e quebrando o que não foi destruído anteriormente pelo tempo. Eles gritaram e tentaram adentrar a casa, mas algo invisível os impedia.
Após longos segundos, tudo ficou no mais límpido silêncio. Até o cair das folhas podia ser ouvido. E então apenas um grito lá de dentro:
- Não entrem, ou vão sofrer como eu sofri!
A voz claramente era a de Kelly, mas preocupados, alguns saíram correndo, deixando apenas a pequena Michelle de pé em frente a porta aos prantos...
- Kell... Kell? - pergunta em meio de soluços a criança - Você está ai Kell?
Ela então segura em um dos lados onde deveria haver uma porta e sente o cheiro de algo velho, antigo. E resolve entrar para procurar sua irmã. Sabia que se voltasse para casa sem ela seus pais ficariam preocupados. Por que você não nos visou que iriam para lá? Vocês são burras? Já disse para as duas não irem para a casa abandonada!, Michelle até já podia ouvir a voz do pai brigando com ela.
Michelle entra na casa e vê tudo mobiliado, mas o que aconteceu aqui? Antes, a casa inteiramente caindo aos pedaços, agora se transformara em um belo casarão. Com ornamentos de época e uma música que Michelle não sabia reconhecer. Mas que estranho, isso não estava aqui a alguns minutos atrás... pensa consigo mesma que está dormindo. Provavelmente irei acordar daqui a pouco de pijama e toda molhada de medo...
Ela então sobe para o segundo andar, por uma escada ornamentada com o que parecia mármore branco com entalhes de anjos, mas todos sem suas vestes normalmente usadas, eles estão... nus. Lá em cima, vislumbrara todas as sensações de: encanto e pavor; e tudo que está por esses extremos.
Mais à frente, um corredor se estendia, dando acesso a apenas uma única porta de bronze, nela, ornamentos que Michelle não sabia distinguir o que eram palavras de meros "desenhos". Se eu fizesse isso na porta de casa, pensou, papai e mamãe iriam me bater...
- Kelly? Você está aqui?
De repente, Michelle ouve alguns sussurros vindo por detrás da porta. Se aproxima mais, e batidas fracas, no que pareceu, no chão do andar abaixo, mas não arriscou olhar. Prestes a tocar a maçaneta, a porta se abre vagarosamente e apenas um filete de luz se projeta para fora do cômodo. Um leve farfalhar atrás, a faz olhar, mas nada vê. Seguindo seus instintos de curiosa, como qualquer criança, Michelle então adentra o local.
Nossa, que escuro, pensa após entrar na sala imersa em um breu total. Quando menos esperava, a garota se assusta, ao ascender de uma chama de vela no meio do aposento. Após alguns segundos, Michelle se aproxima da chama que ao tentar tocá-la, a mesma se afasta e como se por magica, se transporta para outro canto da sala.
Novamente, Michelle tenta pegar a vela, mas, como da última vez, de súbito, parte para outro lado.

- Eu cancei de brincar! - grita Michelle.

 Então Michelle vislumbra a vela flutuar acima de sua cabeça. Atrás da chama da vela, uma face assustadora, que a fez ir para trás. A face, meio deformada de uma mulher emergiu das sombras e à luz da única iluminação do quarto, seus olhos brancos brilhante cintilaram perante a luz da chama e num sorriso macabro... se apaga.






 Nesse momento, Michelle solta um grito, ao sentir uma mão espectral e fria, grande e áspera lhe agarrar o pescoço. Por um momento, sentiu que ficaria sem ar,  e tentando forçar a mão espectral soltar-lhe, mas em vão, fechou os olhos, sou muito pequena para tentar fugir, pensou. Logo, a sensação de ar entrando por seus pulmões foi fazendo-a abrir os olhos e ver uma luminosidade tão intensa, que juraria estar próxima do sol.

Ao acostumar os olhos à claridade intensa do ambiente, Michelle percebe que está rodeada por pessoas de branco, com máscaras e em suas mãos segurando velas e vindo em sua direção.






Após um momento de pânico, Michelle grita e corre na direção das pessoas que não saem do lugar, mas Michelle passa POR ENTRE elas. Encontrando a porta, Michelle a abriu e correndo até as escadas, percebe que ela sumiu.

Olhando para trás, vê que as pessoas estão andando em sua direção. Com o medo enchendo-lhe a mente e as pernas já tremendo, que não mais conseguia aguentar, jogou-se ao chão, no andar debaixo.

Michelle, pensando no tombo que tomaria, esqueceu-se de abrir os olhos, e ao aterrissar, não sente dor, mas um leve choque ao sentir algo macio, por sob seu corpo. Ao abrir os olhos, Michelle vislumbra onde caiu.

O corpo de Kelly está estirado ao chão, sua cabeça virada em 180º, com olhos aterrorizados, fitavam os de Michelle, que logo se levanta e vê o ambiente cheio de pessoas mascaradas e com velas em suas mãos.

- Minha querida Michelle - diziam as vozes em uníssono - venha para nós, estamos aguardando a chega da Escolhida.

- Me deixem em paz, eu quero sair daqui - gritava protestando Michelle quando se ergueu e, girando nos calcanhares olhando para todas aquelas criaturas horripilantes a sua volta - Me deixem passar, não quero mais ficar aqui!

- Venha para nós, Escolhida. Venha e terá a vida eterna como nós.

Michelle consegue, então, vislumbrar a saída, sua única chance seria passar por todos ali e correr em direção à porta. Num momento angustiante, quando não mais sentia medo, mas foi inundada de determinação, Michelle, de solavanco, corre em direção às pessoas.

Sei que posso passar, pensou, e vou passar!

Inesperadamente, ela esbarra nas pessoas.

- Não pode sair, querida - diziam as vozes - venha para nós!

Nesse momento, as pessoas se aproximaram mais e mais rápido, até formarem um círculo em volta de Michelle. Sem saber o que fazer, ela só consegue se abaixar e fechar os olhos. Por alguns instantes, pensou ter escutado um farfalhar e murmúrios, quando então, um silêncio estrondoso tomou conta do andar...

Ao abrir seus olhos, Michelle se vê de pé, encarando todos a sua volta. Eles então olham para ela com um ar de desconfiança e horror, Michelle, sem saber direito o que fazer, tenta andar, mas algo a prende no chão. Vendo sua condição, o círculo então se aproxima de Michelle que imediatamente fecha seus olhos e como por reflexo, quando a primeira mão se estendeu até ela, se jogou no chão, onde todos a sua volta perceberam a chance...

Poucos segundos depois, uma dor lascinante invadia todo o corpo de Michelle, sentia sua carne sendo tirada de seu corpo; sentia seus dedos inteiramente sendo destroçados e arrancados de suas mãos; seus pés... bem, nem mais os sentia mexer. E foi então que abriu seus olhos e viu todas as pessoas em volta de seu corpo.

Estava em cima de uma pedra entalhada, que mais parecia um altar. A sua volta não mais via a casa mobiliada de antes, mas a abandonada casa que vieram visitar. Aos gritos e murmúrios, não largaram sua carne, Michelle tenta se mover, mas vê que está amarrada dos pés à cabeça e clama por ajuda, mas nada nem ninguém poderá a ouvr, já que aquele local era isolado e não haviam motivos para alguém vir até ali. Exceto nós, pensou em meio ao choro de dor, os curiosos...


Já perdendo sua consciência, Michelle, apenas clama que não demore mais para que seu fim chegue; já estava suportando dores por muito duradouras e não queria mais aquilo. Eu quero acordar, repete implorando, quero acordar e ver que tudo não passou de um sonho...

 E então seu mundo se apaga, e como num último suspiro, ouve a voz de sua irmã...

- Venha Michelle... venha para junto de mim, mamãe e papai te esperam.






OBS: Conto de minha autoria, Mal'akh C. Alberack . Por favor não copie! Mas comente o que achou. Mandem sugestões para o email : zandrack.kaique@gmail.com e terei o prazer de escrever mais contos sobre o assunto que quiserem. Visite também o Facebook: Kaique Nascimento e adicionarei todos como amigos.

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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Dullahan - A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça

 

 Quem nunca ouviu falar do cavaleiro sem cabeça? Já ouviu a verdadeira historia?  Esta  é uma das lendas que mais amo, e admiro. Ele seria o meu... herói. Estranha? Talvez eu seja.  Mas sou fascinada por esta lenda, então vamos lá que irei contar de mão cheia pra vocês meus lindinhos e lindinhas de Engelsblut.
       A Lenda do Cavaleiro sem  Cabeça surgiu na época de 1799, ela é muito comum no folclore americano, mas surgiu em uma cidade pequena na Irlanda, seu nome verdadeiro é Dullahan, (significa sem cabeça ou decapitado em irlandês). Dullahan faz parte da mitologia celta, ele pertence ao mundo das fadas, apesar de lidar com a morte. O Cavaleiro não tem cabeça, mas ele a carrega consigo em sua mão direita. Pessoas que  disseram ter o visto diz que ele tem a cabeça de cor alaranjada e é absolutamente lisa, porem nela tem um sorriso assustador de orelha a orelha. Seus olhos são pequenos e negros. Ele tem uma visão sobrenatural e levando sua cabeça decepada ao alto ele pode ver grandes distancias. 
     Em alguns pontos da Irlanda acredita-se que ele  montado em seu cavalo aparece em algumas noites  apenas para buscar aqueles que estão na lista da morte,e assim que  a pessoa é encontrada ele decepa sua cabeça e leva com ele para  uma arvore, na qual ele usa coo portal para o seu reino.
     
    Como surgiu a lenda?
     
Como surgiu  não se sabe com exatidão, porem acreditasse que surgiu através do festival de Crom Dubh, ele é um dos deuses da fertilidade, exigia vidas humanas a cada ano e seu método de sacrifício era a decapitação. A Adoração a esse Deus durou até por volta do século VI, quando  o cristianismo chegou a Escócia  e tentaram acabar coma  adoração as  antigas religiões (no caso as pagãs)  e assim com tanta pressão  dos cristãos o Deus Crom Dubh foi perdendo a força. Sendo assim, acreditam que  ele então tomou uma forma física e se tornou conhecido como Dullahan ou o Cavaleiro sem cabeça.
                         
     
   Mas... será que é verdade? 
Existem alguns relatos, bastante interessantes como o de WJ Fitzpatrick, um contador de histórias das montanhas de Mourne em County Down, relata:
    
    "I seen the dullahan myself, stopping on the brow of the hill between Bryansford and Moneyscalp late one evening, just as the sun was setting. It was completely headless but it held up its own head in its hand and I heard it call out a name. I put my hand across my ears in case the name was my own, so I couldn't hear what it said. When I looked again, it was gone. But shortly afterwards, there was a bad car accident on that very hill and a young man was killed. It had been his name that the dullahan was calling."

Tradução: "Eu vi o Dullahan , parando no cume da colina entre Bryansford e Moneyscalp tarde da noite, quando o sol estava se pondo. Foi completamente sem cabeça, mas ele levantou a sua própria cabeça em sua mão e ouvi-lo chamar um nome. Eu coloquei minha mão em meus ouvidos, caso o nome era meu, então eu não podia ouvir o que ele disse. Quando olhei novamente, ele tinha ido embora. Mas pouco tempo depois, houve um acidente de carro ruim naquela mesma colina e um jovem foi morto. Ele tinha sido o seu nome que o Dullahan estava chamando. "

    Este  relato é interessante pelo fato de que também acredita-se que  Dullahan só pode falar uma única vez durante toda sua busca, então ele vai até certo ponto próximo a residência da pessoa que está para morrer e chama seu nome. Seria um aviso? Bom, se for seu nome que  Dullahan  chama pode se despedir pois suas horas estão contadas. Pode ser por ele mesmo que irá decepar sua cabeça caso você saia ou esteja fora de casa e der o azar de cruzar o caminho dele, ou por um acidente. Pois acredita-se que no ponto em que ele parar e ficar mais de dois minutos, será o local onde alguém irá morrer, no caso a pessoa em que ele está a procura.  
             
    
Se é possível afasta-lo?

     Ao contrário do banshee, o Dullahan não prossegue famílias específicas e seu apelo é uma convocação da alma de uma pessoa que está morrendo ou já esta destinada a uma tal data, em vez de um aviso de morte. Não há defesa real frente ao Dullahan porque ele é o arauto de morte. No entanto, um artefato feito de ouro pode afugentá-lo, para Dullahan da parecem ter um medo irracional deste metal precioso. Mesmo uma pequena quantidade de ouro pode ser suficiente para expulsá-los, como o seguinte relato de County Galway relata:

    
"Um homem estava em seu caminho para casa uma noite entre Roundstone e Ballyconneely. Ele estava ficando escuro e, de repente, ele ouviu o som de cascos de cavalo batendo ao longo da estrada atrás dele. Olhando em volta, ele viu o Dullahan em seu carregador, empurrando-os para ele a uma velocidade razoável. Com um grito alto, ele fez a correr, mas a coisa veio depois dele, ganhando em cima dele o tempo todo. Na verdade, ele o teria ultrapassado o levaram, se não tivesse deixado cair um pino com cabeça de ouro das dobras de sua camisa na estrada atrás dele. Houve um rugido no ar acima dele e, quando olhou novamente, o Dullahan tinha ido embora "  

              

       A Lenda do Cavaleiro sem cabeça - O Filme  

 O Filme foi feito no ano 1999,  ele é um filme de terror dirigido por Tim Burton, é um filme inspirado na lenda Irlandesa e em um conto de 1820  "The Legend of Sleepy Hollow" de Washington Irving e estrelada pelo nosso queridíssimo Johnny Depp! ( Meninas ele está mais que incrível neste filme, assistam e babem *O*) . Bom vamos lá , o filme se passa no ano de 1799, o investigador Ichabod Crane (Johnny Depp) é chamado para desvendar diversos assassinatos sem explicação que acontecem no condado de Sleepy Hollow, onde todas as vitimas foram decapitadas. Depois de alguns dias  o investigador começa a ter pesadelos com sua mãe, que foi torturada na Donzela de Ferro. Então os moradores acreditam que o cavaleiro seja um ex-combatente de guerra que perdeu sua cabeça e se esconde na floresta a procura de sua cabeça perdida em combate. E este filme é cheio de terror, drama e até rola um pequeno romance. É bastante interessante e tem direito a tudo que o publico de terror antigo adora, bastante neblina , mortes, mistério e é um filme que retrata uma época linda, ao menos eu adoro filmes de  séculos atrás. 
               
           
     
       E ai, é o máximo essa lenda do cavaleiro não é? Ele seria o meu herói.  Por esse motivo decidi falar hoje desta lenda tão especial pra mim, fez parte da minha infância. Imagine uma criança de 4 anos assistindo isso em casa , pois é, era eu.  
    Deixo aqui embaixo o vídeo do filme que está disponível no YouTube para que vejam deixe sua opinião e se inscreva no site. 






   OBS: Galerinha  esta é uma pesquisa feita  por mim , Mianaahi W. Alberack, então qualquer sugestão pode enviar para o email: mianaahi.wakanda@gmail.com que irei responde-los com carinho, ou para o email do meu marido: zandrack.kaique@gmail.com // Está é uma pesquisa  na qual utilizei  minha própria sabedoria pelo assunto, que como eu disse fez parte da minha infância e de mim, e algumas informações foram de duas fontes que citei abaixo. // Copia é crime, então não me faça processar você.


Fonte de pesquisa : http://dullahan.com/  & Wikipedia