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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

O Vampiro de São Paulo

Bom dia meus queridos...

E hoje venho com um conto vampiresco e sexual gay para vocês.

Apreciem sem moderação e deem a opinião de vocês...

Boa leitura e um Feliz Ano Novo a todos.

*** Este conto tem teor sexual e não é recomendado para pessoas com menos de 18 anos de idade e aqueles que podem ficar ofendidos com o conteúdo e/ou a linguagem que foi usada ***

Obs.: Este conto foi um pedido de um dos leitores do blog, Jeferson, mais conhecido como NewPohl, vocalista da banda Angel Of Blood (Blutengel Tribute). 

Erik e Jason - True Blood


 

  "Com a noite vem as trevas e as criaturas da escuridão despertam para fazer seu banquete bebendo o sangue dos vivos. Mas nem todos seres se escondem nas sombras para sua caçada maldita: existem aqueles que preferem o glamour da alta sociedade – o sangue azul dos ricos é o mais saboroso..."

 Numa noite de minguante lua, Mark sai ao luar quando os sinos da Catedral da Sé se faz ouvir. No ano de 2015, enquanto muitos se escondem ao cair da noite, por falta de dinheiro ou mesmo vontade, os monstros andam e buscam por alimento, enquanto sua maldição de não-vida ainda pode ser vivida.

Um jovem de, aparentemente, 20 anos, Mark já tem quase 300 anos de vida vampírica e de tudo que já observou, nada mais lhe chama tanto a atenção.

Com seu carro, ele dirige até seu bar preferido: Bar do Batata, na República, onde vários gays se encontram para beber uma "breja" e conversar e se distrair de uma sociedade onde seu modo de vida é considerado mostruoso e indigno de apreciação;
como se essas pessoas soubessem o que é mesmo ser um monstro..., dizia a si mesmo Mark, enquanto dirigia seu Porsche preto para o bar.

Ao chegar próximo do estacionamento, próximo da estação do metrô República, Mark vê alguns jovens de negro e andando em direção à praça da República e outros indo para a praça Vieira, ponto de encontro para vários LBGT's. Mark estava vestido sua tradicional camiseta preta com colete igualmente preto, calças pretas e seu sapato social, como um bom e antiquo vampiro, jamais deixava de portar seu anel de pérola negro.

Andou por alguns minutos até chegar ao bar do Batata. Estava lotado, como sempre, mas sabia que sempre encontraria sua mesa reservada.

- Olá Batata, como vai? - disse Mark ao funcionário mais conhecido da região.

-  Estou ótimo Mark, a mesa de sempre?

- Mas é claro - respondeu Mark com o olhar já vidrado em sua mesa aos fundos do bar, onde se encontravam algumas pessoas. Nada de vampiros aqui hoje?, pensou, isso é bom...

 Sentando-se em sua mesa, Mark pede uma cerveja, enquanto aprecia os homens que iam e vinham pegando cervejas e conversando uns com os outros, riam e se beijavam. Este lugar precisa de uma animada... pensando, Mark se vira para Batata e pede sua música preferida (que por mais que não fosse o gosto dos demais, ou do ambiente, ele queria ouvir). Batata então põe a música Angel Of The Dark, da banda alemã Blutengel, e a que mais definia Mark em seu tempo na Alemanha como guerrilheiro.

Passado alguns minutos, que se tornaram horas, Mark já com vontade de ir para casa, se levanta. Ao fazê-lo, tropeça em um homem, um jovem de curtos cabelos negros e vestindo uma camiseta social branca com colete parecido com o de Mark.

- Me desculpe, querido - dizia Mark - não foi minha intenção sujá-lo com minha bebida - desculpou-se vendo que sua taça de vinho derramou sobre a camiseta do rapaz.

- Puta merda cara! - gritava o outro - comprei esta camiseta hoje!

- Mil perdões rapaz. Tenho uma camiseta no meu carro, você a quer? - disse Mark já analisando o garoto que agora mostrava-se usando lentes brancas  e seu belo rosto com pouca barba; Boa ideia ter derramado vinho... creio que terei uma noite daquelas!

- Claro que quero - respondeu o garoto já mais calmo - Meu nome é Adriano - responde o jovem após uma bela olhada para o físico de Mark de cima à baixo - gostei das vestes... bem vampiro.
- Agradecido Adriano, me chamo Mark, ao seu dispor... - dizendo isso, Mark dá um sorriso de canto e uma biscadela e anda para fora do bar se despedindo de Batata e com Adriano logo atrás de si.

Andaram até o carro de Mark sem trocar palavras, apenas olhares um tanto maliciosos e intensos...

- Mas diga ai, Mark, - diz o garoto quebrando o silêncio entre os dois - o que você faz aqui na República esta hora da noite? Meio perigoso não?

Parando um momento, Mark se vira para Adriano e responde:

- Vim em busca de alimento, e vejo que encontrei - com uma leve passada de língua no canto da boca, Mark vira-se para a frente e segue até o carro, mas não precisou virar-se para Adriano novamente para saber que este olhava suas coxas e mordiscava o canto da boca, já um tanto excitado pelas batidas de seu coração que se acelerava cada vez mais ao se aproximar de Mark.

Ao chegarem no carro de Mark, Adriano dá um passo para trás ao ver o Porsche.

- Uou - diz passando sua mão por cima da ombro de Mark - você sabe mesmo como dar uma cantada em alguém sabia?

- Não dei cantada e ninguém meu caro, apenas você que me seguiu até aqui - ao dizer isso, o coração de Adriano acelera ainda mais, e Mark já com água na boca e suas presas quase pulsando para fora e "voando" para a jugular de Adriano, conclui  - Já chegamos até aqui, quer ficar ai parado ou entrar e dar uma volta comigo?

- Não precisa perguntar de novo querido... - ao dizer isto, Adriano adentra o carro de Mark.

Mark sabia que teria problemas de tentar qualquer coisa ali dentro do estacionamento, pois havia várias câmeras, então teria que retirar Adriano de vista.

Já dentro do carro, Mark percebe que Adriano está excitado no banco ao lado do seu, fitando o horizonte, desnorteado, Mark não sabia se era por vergonha ou medo.

- Diga ai, senhor Adriano - comenta Mark - onde você mora?

- Mo... Moro aqui mesmo, na República e você? - questiona Adriano, já tendo coragem de olhar nos olhos do rapaz ao lado.

- Bom, digamos que eu moro em todos os lugares, mas atualmente vivo num hotel próximo a Catedral da Sé. Quer ir conhecer?

Sem ao menos esperar, Adriano põe sua mão por cima da calça de Mark e o fazendo se excitar no mesmo instante. Ao olhar para Adriano, vê-se o olhar de um garoto que quer fuder...

Algum tempo depois, eles chegaram ao hotel onde Mark se hospedava e para o espanto de Adriano, um puta de um hotel. Ao dar as chaves do carro para o manobrista, Mark leva Adriano até o hall de entrada do hotel e cumprimentou a recepcionista, sua amiga vampira Ellen, uma linda negra de longos cabelos ondulados e negros. Pegou o elevador com o jovem rapaz e apertou o botão do 15º andar.

Ao chegar no quarto de número 169, Mark abre-a e adentra, sendo seguido por Adrianno que relutante entra e tranca a porta.

- Vamos lá meu querido, acomode-se que trarei uma taça de vinho para nós - diz Mark já entrando num dos cômodos.

Adriano sentou-se numa das poltronas negras da sala e percebeu que quase todo o local estava ornamentado com decoração vitoriana ou medieval. As cortinas negras deixando a luz da lua adentrar a sala, dava ainda mais um toque sombrio ao local.

- Bom, espero que aprecie este vinho - diz Mark, voltando do cômodo com duas taças vermelhas cheia de um líquido avermelhado - uma das melhores safras da Itália - dando então uma das taças à Adriano conclui - cortesia de uma velho amigo florentino.

-Diga-me Mark, qual o motivo desta decoração? - indaga-lhe Adriano.

- Eu amo a cor preta e ela me persegue durante séc... anos - ponderando sua resposta, Mark tenta desconversar - mas não estamos aqui para falar de decoração ou de tempos passados, mas para falar de nosso futuro.

Deixando sua taça de lado, Mark dá um beijo profundo em Adriano, que pego de surpresa, quase poderia ter certeza de ter visto presas enormes saindo da boca do outro. Deixando-se levar pelo momento, Adriano larga sua taça no chão, derramando seu conteúdo no carpete, que se tivesse prestado atenção, poderia ver o líquido tão viscoso que não poderia ser comparado a um vinho.

 

 Mark levanta-se e pega Adriano no colo, levando-o para seu quarto especial... Ao adentrar, solta-o e o rapaz fica admirado com o que vislumbra a sua frente: um quarto com uma cama e por cima da cama correntes que estão presas ao teto.

- Acalme-se meu querido Adriano... - sussurrava Mark no ouvido de Adriano - isto é só  começo. Vamos nos divertir?!

Ao dizer isto, Mark agarra o garoto e dá-lhe mais um beijo o levando para próximo da cama. Ao chegar lá, prende os braços do garoto as correntes no teto e prende seus pés em amarras, que Adriano não tinha visto, na cama.

- Nossa, você gosta de brincar assim? - questiona Adriano, já vendo o pênis de Mark pulsando por cima da calça.

Mark sem conseguir se segurar mais, arranca sua roupa do corpo, despindo-se e deixando a mostra seu grande pau, que com admiração, Adriano olha lambendo os lábios. Mark então rasga as roupas de Adriano, que aquela altura não estava mais ligando para suas roupas, apenas para aquele pênis que o encarava, chamando-o e seduzindo-o a chupar.

Mark já com as presas pulsando em sua boca, solta um rugido gutural, o que faz Adriano se arrepiar, de medo e excitação, ao mesmo tempo. Mark vira-se para Adriano, com suas presas e seus olhos avermelhados.

- O q... o que é você? - brada Adriano com um rosto branco de espanto.

- Eu sou aquele que a sociedade esconde e aquele cujo poder é imenso e temido... - diz Mark, se aproximando - e você é meu alimento... de todas as formas possíveis de se suprir energia.


Ao dizer estas palavras, Mark morde a jugular de Adriano, que de primeiro momento sente uma terrível dor, mas aos poucos o prazer vai tomando conta de seu corpo e relaxa, deixando que sua energia vital seja sugada pelo homem mais belo que já esteve em sua vida.

Se afastando de Adriano, Mark solta-o das correntes e amarras dos pés e joga-o no chão; quando este está de joelhos, Mark segura-o pela nuca e enfia seu pau na boca de Adriano e esse quase se engasgando, retira-o da boca, após recuperar o fôlego, Adriano enfia o pau de Mark novamente na sua boca e fazendo carinhos em suas bolas.

Mark rasga seu pulso e faz com que Adriano beba seu sangue. Relutante, Adriano pega o pulso de Mark e abocanha, sugando o líquido vermelho rubro que sai do corte. Adriano sente o líquido passando de sua garganta para suas veias e uma pontada forte em seu peito, mas estava mais excitado, sentia seu pênis latejar e todo seu corpo se contrair, querendo que Mark enfiasse seu pau por trás.

Sem esperar mais, Mark segura o rosto de Adriano e num instante, gira sua cabeça 180º, fazendo com que se ouvisse o quebrar de ossos. Após poucos segundos, Adriano volta a respirar e levanta-se se súbito.

- Venha aqui - diz Mark, segurando no rosto de Adriano - você está gostando não é? Então vira...

Adriano obedece Mark e vira-se de costas, nu, sentindo agora a brisa da madrugada que adentra por uma janela discreta no outro extremo do quarto. De quatro, Adriano sente mais uma mordida de Mark, agora em sua coxa, que dilacerada, jorra sangue pela cama, e Adriano sente quando Mark enfia seu pênis por trás com toda a força, fazendo-o gemer alto.


Sem perceber, presas saíram de sua boca e o prazer que sentiu foi mais intenso do que poderia imaginar. No vai e vem de Mark, Adriano sentia mais e mais prazer, um prazer doloroso e excitante, que fez Adriano gozar apenas por Mark segurar seu pau.

Virando Adriano de frente, Mark novamente penetra o jovem, fazendo com que este gemesse ainda mais, olhando em seus olhos.

Algum tempo depois, já comendo Adriano de lado, Mark joga-o no chão e, urrando, goza em cima de Adriano.

- Meu querido - pergunta Adriano, já voltando a si - o que você fez comigo? Agora eu sou... um vampiro como você?

- Sim e a partir de hoje, você irá andar comigo na noite e mostrarei as belezas da noite vampírica.

- Não se preocupe Adriano - indaga Mark vendo a face pálida do rapaz se entristecer - Venha e participe de sua primeira alimentação.

Ao dizer isto, Mark abre uma porta próxima da cama e de lá, uma mulher ruiva sai e, semi nua, deita na cama e inclina sua cabeça para o lado, apenas esperando pelo grand finale.

Sem dizer nada, e com os olhos fumegando e as presas já a mostra e salivando, Adriano avança em direção a primeira de suas vítimas e para o banquete de sangue que o esperava...

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Os Irmãos Grimm e suas Reais Criações: João e Maria

Boa tarde queridos amigos e amigas de Engelsblüt!

Quem de nós nunca foi fascinado quando criança, pelas histórias dos contos de fadas nos apresentados pela Disney? 


Pois bem, poucos são os que conhecem realmente as versões mais antigas desses contos, como da Branca de Neve, Chapelzinho Vermelho, Cachinhos Dourados e os Três Ursos dentre outros.


Se você não conhece essas histórias, venha conhecer. E se você já conhece, dê sua opinião sobre o assunto aqui nos comentários.

Então vamos ao que interessa? Hoje trago a vocês sobre o conto João e Maria...




Na real história de João e Maria (originalmente chamados de Hansel e Gretel), é muito contada pelos pais de muitas crianças para alertá-los de como é perigoso o caminho da floresta (assim como A Chapelzinho Vermelho).

Nesse conto, temos duas versões muito interessantes, uma mostrando um casal de demônios, que escravizava crianças após atraí-las para sua casa e os devorava, posteriormente. E a outra é de uma bruxa com uma casa na floresta, não feita de doces e guloseimas, mas de gengibre, que conto a seguir.

Hansel e Gretel foram abandonados por seus pais, pois não tinham condições de criá-los. Levando-os para a floresta, o pai os leva para a floresta, para um "passeio", nesse momento Hansel deixa migalhas de pão para marcar o caminho de volta. Separando-se do pai, as crianças tentam voltar, mas como pães eram alimentos para vários animais... esses foram comidos, e impossibilitou que as crianças voltassem para casa.

Ao procurar o caminho de volta, eles encontram uma casa feita de gengibre e, com fome, ambos começam a comer a casa. Após alguns instantes, uma velha bruxa aparece e os convida à adentrar sua casa, que lá, encontrariam comida melhor e mais robusta para "matar" tanta fome.

Ao adentrar a casa, as crianças vêem-se numa casa não tão grande, mas o suficiente para morar uma senhora já de idade avançada e sozinha. A velha então aprisiona Hansel em uma gaiola e faz com que Gretel trabalhe para ela como escrava. Todos os dias, a bruxa levava para Hansel muita comida e sempre fazia-o comer muito para então devorá-lo.

As crianças, muito espertas por sinal, esperaram que a velha estivesse distraída para escaparem. Logo após, a velha decide que já está na hora de devorar o pequeno garoto, ela então começa a acender o fogão a lenha e por um descuido, Gretel a empurra para dentro e esta queima até a morte, dando à Hansel e Gretel a oportunidade de que precisavam para fugir dali.

Na versão com os demônios, não é tão diferente. Após encontrar as crianças na floresta, o casal de demônios se preparam para assá-los no forno, mas as crianças são mais rápidas e fogem, após cortarem o pescoço do demônio fêmea em um cavalete de madeira por descuido do demônio macho. Mas não tem um fim tão bonitinho: o demônio macho vai ao encalço de Hansel e Gretel e ao chegar próximo de uma casa, onde o cheiro dessas se tornava mais forte, adentra a residência e mata todos (as duas crianças, o pai e a mãe) através de um ritual.


Datada nos meados da Idade Média, a história retratava a vida difícil dessa época. Para os vassalos e escravos, a fome e a escassez de comida era muito comum. Devido a essa situação, o homicídio de crianças e o abandono, por incrível que pareça, também eram práticas muito comuns.

A bruxa em si, nunca existiu, a realidade é que o papel da bruxa se associa com o papel de alguns pais daquela época. Pois tais pais, se propuseram a sacrificar ou abandonar seus próprios filhos para evitar a fome ou apenas se alimentarem melhor e muitas das vezes, acabavam cometendo canibalismo, quando não havia mais alternativas de sobrevivência.


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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Sindrome do Morto-vivo - Zumbis

   Pessoal do T-Engels, queridíssimos seres noturnos. Hoje iremos falar sobre um assunto que muitos acham uma piada (ex: eu)  e outros adoram! Ontem, eu e o meu esposo Mal'akh compramos alguns livros na livraria Saraiva, e acabamos ganhando uma revista e um livro, este livro fala sobre zumbis, o nome é " Almanaque Monstruoso dos Zumbis", é um livro bastante interessante do Mundo Estranho. 
   Lendo durante o meu trajeto de trabalho, vi algo muito interessante que óbvio, eu precisava dividir com vocês aqui do Blog!
    A Síndrome do morto vivo tem um  nome bonitinho na medicina, se chama Síndrome de Cotard, foi descoberta em 1880 por um neurologista francês chamado Jules Cotard. Ela é uma síndrome rara, ela atinge principalmente o psicológico da pessoa fazendo com que ela acredite que está morta,ela não reage a pessoas, nem mesmo familiares ou estímulos exteriores. Ela também acredita que seus órgãos estão apodrecendo ou podres, muitas vezes até param de comer por acharem que não é mais necessário, maluco não?! 
   Os sintomas são diversos, como delírio de negação, alguns negam a própria existência ou parte do corpo.De primeiro momento, acontece a - Germinação - os pacientes sofrem crises de depressão psicótica e sintomas hipocondríacos . De segundo momento, já acontece o - Florescimento- é caracterizada pelo desenvolvimento completo e explosivo da síndrome e os delírios de negação. E o ultimo momento seria o  - Crônico - é caracterizado por delírios graves e depressão crônica.
     Essa síndrome, não tem  um tratamento que seja eficaz ou atrase as etapas. Varias tentativas foram feitas por varias doses de remédios, comprimidos e até mesmo tratamento de choque. 
 
    
    E eu pensava que toda essa historia não poderia piorar,  mas existe um britânico que viveu 9 anos acreditando que era um zumbi. Pois é, bizarro não? 
    Seu nome é Graham Harrison, 57 anos, ex-encanador da cidade de Exeter, no Reino Unido, acordou após uma tentativa de suicídio fracassada e ficou impressionado por perceber que podia falar. Ele havia tentado morrer eletrocutado e dizia que não tinha mais cérebro. Foram feitos vários exames no britânico e em pessoas saudáveis e foi descoberto que realmente tinha parte do cérebro inativa,impedindo ele de reconhecer rostos e de processar emoções.Ele conta em uma das  entrevista que não sentia necessidade,vontade e nem desejo  de comer algo,pois  para ele não havia sentido. Ele também já não tinha memórias, não sentia prazer e nem vontades,apenas se sentia melhor andando  em cemitérios.
   Em uma entrevista para o Daily Mail, ele disse que com anos de psicoterapia e remédios, ele conseguiu amenizar o delírio. "Eu não posso dizer que eu voltei completamente ao normal, mas me sinto bem melhor hoje", afirmou Harrison. 
Graham Harrison, 57 anos e sofre com a síndrome de morto vivo.

  

    Existem muitos casos de zombies, ops! De pessoas que sofrem com a sindrome. Aconteceu até mesmo com crianças, e muitos destes casos a pessoa acaba morrendo por não comer. Em algum outro posto irei falar sobre os filmes, e sobre os zombies que conhecemos. Hoje decidi falar sobre está sindrome que é pouco conhecida e interessante. E ai, o que acharam da sindrome do morto vivo?

             
    


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terça-feira, 10 de novembro de 2015

Presa em um Pesadelo.

    Carla é uma operadora de Call Center  que trabalha no período da noite, porem é em um local distante de sua casa. Depois de um dia de trabalho, já eram 23:40 então  ela se desloga do sistema e bate o dedo , caminhando sentindo ao elevador a menina aperta o botão e aguardar. Durante os poucos instantes que ela espera  o mesmo, ela se vira e olha a central onde trabalha por alguns instantes, só tem uma única pessoa lá, Júnior, do SAC. 
     "Quinto andar" - Diz a voz feminina do elevador, uma gravação para orientar as pessoas dos andares, e assim Carla entra e aperta para Térreo, porem ela nota que o elevador sobe. 
  - Ham? Como assim? - diz Carla sem entender apertando novamente o térreo, afinal, não havia mais ninguém no prédio aquela hora. 
    " Sétimo andar" - Diz novamente a voz feminina, Carla sem ligar muito, tenta relevar, talvez seja algum defeito no elevador. A porta se abre e  está tudo escuro, não há ninguém, e então a porta de fecha. 
      A adolescente então decide apertar só mais uma vez o botão do térreo, e assim fez.  O elevador novamente sobe, e as luzes começam a piscar. Carla apavorada, solta sua bolsa e tenta pensar em um modo de pedir ajuda,afinal como reagir diante de uma situação destas sendo que nunca aconteceu com você! E então  o elevador para, as luzes apagam... porem não há voz feminina... e a porta abre. 
    - Que andar é este? - Pensa a menina, após alguns instantes encarando o escuro, ela decide procurar o seu celular,passando as mãos nos bolsos da calça, porem lembrou que havia deixado o mesmo carregando na sua  mesa de trabalho. - Droga! 
     -... Saia garotinha... saia.. - Diz uma voz rouca em um sussurro.
    A menina de apenas 17 anos fica sem saber o que fazer, então sente um vento gelado e leve tocar sua pele após invadir o elevador, isso a fez pensar que talvez não estivesse mais no prédio, então ela decide sair. 
    Após dar um passo para frente, deixando a bolsa dentro do elevador, ela sai... tentando  encarar o medo. Talvez aquela voz fosse de alguém também com medo,e duas pessoas poderiam então ter coragem e sair dali. Ela pergunta novamente tentando mostrar que não está com medo : Que andar é este? - Alguém sussurra : O da morte. 
      - O que? Eu só quero ir pra casa, chega dessa brincadeira de mal gosto! - A menina então se vira,e nota que o elevador sumiu, e  então nota vultos, de algo escuro passando dentro da própria escuridão. - Saiam daqui! 
     E então uma luz acende,e ela enxerga um corredor. Semelhante ao daqueles sanatórios, e uma mulher entrando em uma das primeiras salas , então ela começa a correr, correr e correr mas não chegava nesta mulher ,então  ouve um barulho de arranhões,era algo que dava agonia aos ouvidos,pois vinham, junto com gritos de agonia ,ao olhar para traz,ela vê  uma mulher parada, mas o barulho de arranhões e gritos de agonia não param. Então ela volta a correr, correr já chorando de desespero, afinal, aquela mulher ali parada a causava muito medo.
 


   - Venha até mim garotinha, me deixe tomar sua vida! - Diz a voz rouca e velha, logo terminando com uma gargalhada. 
    - Me deixem em paz! - Carla grita e continua correndo, notando que desta vez ela se afasta da mulher, e então entra na sala aonde havia visto a enfermeira. - Senhora, me ajude por favor! 
      A enfermeira continuava de costas, e então a menina já sem fazer muito barulho... se aproxima devagar . - Moça.. - Diz ela numa voz baixa ainda chorando um pouco. - Me ajuda, como faço para ir embora daqui? Tem telefone? - E então  a mão de Carla se aproxima mais da  enfermeira, tocando seu ombro e então ela vira.                  
 

      Oh Deus! Socorro! - Carla continua a correr já sem forças, pelo cansaço e por todo o medo que está sentindo, e então todas as luzes apagam novamente. Carla sente um vento gelado percorrer pelo seu corpo, e vozes de dor e agonia, e mais uma vez sussurros chamando pelo seu nome. Então ela olha em volta, na intenção de tentar ver algo, mas sem sucesso. 
        - Socorro! - Continua ela a gritar. Carla  decide tentar andar no escuro, e vai dando passos lentos, tateando com a ponta do pé antes de pisar  e foi assim a cada passo,e as vezes alguns dos  gritos de agonia parecia estar sendo dado ao seu lado. Aquilo a deixava arrepiada, e as lágrimas não paravam de cair. "Porque aquilo estaria acontecendo comigo?" - E continuava já sem saber o que fazer, pois sabia que estava sozinha, não teria ajuda de ninguém para sair daquele lugar. 
         Carla, Carla... - Diz uma voz mais doce de repente,e, então ela olha talvez por instinto e esperança, e atrás dela havia uma garota  branca, com um vestido branco, sem olhos e boca cheia de sangue, aquilo fez com que Carla gritasse e saísse correndo, mas logo a menina pisa em falso e torce seu pé, e então começa um barulho semelhante ao de insetos andando em grupo, um numero grande e a mesma sente como se subissem pelo seu corpo, tentando  tirá-los de cima de si mesma começa a dar tapas e passar a mão. Logo se levanta gritando  bastante desesperada e tenta correr, notando que pisa em alguns, ouvindo estalos, seriam baratas? Nesse momento em que ela se perde em perguntas e lágrimas tentando sair dali sem ao menos enxergar nada além da mulher de branco ela cai em um buraco, bastante fundo porem sem chances de deixá-la subir.
   Mas era de terra, ela poderia tentar cavar,e assim fez. Tentou e tentou,sentindo a terra entrar dentro das suas unhas, Carla chorava, mas apenas queria sair daquele lugar horroroso.
  Carla se abaixa tentando buscar conforto dentro do buraco, ele era muito apertado,mas dava para ela se abaixar e abraçar suas pernas, por alguns instantes enquanto chorava,ela começou a se sentir observada, e tentou procurar com os olhos  alguém que pudesse estar a olhando,e , então  ela percebe olhos, vermelhos e amarelos e vai sentindo terra cair de cima para baixo, para cima dela. 
      - Me deixem em paz! Meu deus,me ajude! - E então ela abaixa sua cabeça, encostando sua testa em seu joelho, abraçando as próprias pernas mais forte já sem controlar seu choro,pois sua cabeça doía,aquilo era um pesadelo! 
     A terra jogada ficava mais forte, era uma quantidade maior, será que iriam enterrá-la viva? mais terra, mais.. e mais, e a única coisa que se ouvia era os gritos de Carla. 
     Ao notar que iriam enterrá-la viva, a garota se levanta e tenta subir novamente cavando  buracos na parede para que possa escalar, mas sem sucesso,era uma terra dura, e ela já estava ficando sem ar e sem conseguir se mexer, e jogavam mais terra, ela ficou apenas com a cabeça de fora..mais alguns minutos e nada mais  daria para se ver da menina, 
    Pare por favor, pare,faço o que quiser! - Gritava Carla na tentativa de ter ao menos uma chance de se livrar dali. 
     - Lhe darei um conselho moça, tente acordar! - E uma nova gargalhada começa, mas era grossa, como uma voz gutural,e então a terra começa a cair em seu rosto, entrar em seus olhos, boca e nariz e ela tentava respirar, mais só vinha o cheiro da terra molhada. Espera!, não era apenas terra, tinha algumas larvas também, ela sabia, podia sentir, elas entravam dentro de sua boca e nariz, uma delas até estava machucando um de seus olhos, Carla não iria aguentar. 
      Aaaaaaah- Era seu grito de dor ,agora era Carla, morrendo lentamente enquanto estava sendo comida pelas larvas até que a que machucava seu olho, entrou dentro do mesmo causando uma dor insuportável e então Carla Acorda em um susto, nota que estava cochilando apenas em sua mesa... Carla se levanta  e  Júnior estava lá, suspirou mais calma  e seu celular despertou, eram exatamente 23:40.  
    - Ei, vai embora cara, você dormiu o tempo todo. ha ha - Diz ele como sempre brincando com ela. 
    - Aham...ta.. - Diz Carla sem entender, pra ser sincera,  sem animo algum para brincar. Então pegou suas coisas e bateu seu dedo no ponto de marcação de sua empresa. Lembrou do celular e voltou para buscar. Assim que ela pega o aparelho, as luzes apagam,a sensação de medo volta no mesmo instante. 
    Carla sem pensar duas vezes, decide ir de escada, pois tinha o celular em mãos, ativa a lanterna do mesmo e desce as escadas, porem,ela começa a ouvir barulhos estranhos, de ossos  sendo quebrados ou deslocando,e então acelera os passos daquela escada que não terminava, já sentindo o desespero voltar ela continua a descer as pressas  até que sem querer ela torce o tornozelo e cai, tudo fica quieto, um silencio ... que é quebrado com um barulho de cascos  correndo e logo pegando  o tornozelo quebrando dela e puxando-a para o escuro a dentro.
      O Celular de Carla desliga a lanterna, e a voz feminina do elevador fala : " Térreo" 




//                                                                ////////                                                                   ///////

Meus chuchuzinhos gostaram do conto? Este foi mais um conto de minha autoria: Mianaahi W. Alberack. // Logo aqui no blog irei fazer algumas reformas junto ao meu marido Mal'akh C. Alberack, para deixá-los com uma participação maior. Fiquem acompanhando. Se gostou deste conto,compartilhe e comente. 
Logo teremos novidades. 
Beijos da Bruxa <3

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