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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Conto: Guiado pelo Vicio (Repost)

Olá queridos e queridas de Engelsblüt!

Trazemos novamente para vocês, um dos contos mais lidos do blog: Guiado pelo Vício. Se você não leu ainda, então aperte os cintos e se preparee para um conto enlouquecedor!


   Obs: Este é um conto +18 com temática de necrofilia e incesto, então nós do T-Engels não nos responsabilizamos por menores curiosos ou por pessoas sensíveis que tente ler o conto, pois cada um sabe de seu limite psicológico.

 Era por volta de  00:34, Vinicius já estava atrasado para seu trabalho. Ele é um técnico de necropsia e seu turno se iniciava as 00:00 e vai até 06:00. Existem apenas três técnicos de necropsia em Engesblüt, até pelo simples fato da cidade ser pequena, e eles serem obrigados a lidar com todos os tipos de criaturas e humanos. Vinicius era o único humano dos três, e morava sozinho.


  - Ei Vinny, chegou mais um corpo, acabou meu turno e você está atrasado cara, preciso ir comer um pouco... se é que me entende. Ah, e o Bruno ainda não chegou, esse seu assistente vai acabar virando meu lanche se não chegar na hora na próxima. - Colocando uma das mãos no bolso de sua calça jeans - O bom que te espero, mas de barriga cheia - e assim ele pisca após ter falado num tom de brincadeira.
    Gabriel era um vampiro, e amigo de Vinny há anos, então não ligava para os atrasos, a menos que precisasse comer.  

  - Beleza, pode ir. Deixa o garoto Gabriel. Sabe que dou conta cara! Vai de boa e bom descanso - e assim ele deixa sua mochila numa cadeira dentro da sala e pega uma maleta pequena com seus utensílios e já deixa ao lado do corpo que estava coberto com um lençol branco. Já acostumado as mancadas do Bruno, ele sorri pensando: O que de ruim poderia acontecer? Lugar parado.

  - Bom, chega de enrolar, vamos ver o cadáver! - O medico legista então se aproxima mais da mesa onde está o cadáver e tira o pano que cobria o mesmo, deixando o cadáver nu. 

  -  Linda mulher. 

 Vinny abre sua maleta com os utensílios e pega duas luvas e as coloca tentando pensar no cadáver como apenas mais um corpo, e assim começa a limpar seus instrumentos de corte e etc. Já deixando tudo pronto, ele pega a ficha para saber mais sobre a garota morta, mas logo deixa de lado já sem conseguir mudar seus pensamentos.  Levando seu olhar novamente a moça, ele ajeita as luvas em suas mãos  e logo leva uma de suas  mãos a um dos seios dela, apertando levemente os sentindo firmes e gélidos. Aquela  morta era linda, a mais linda. Cabelos castanhos naturais, pele bem branca... aqueles lábios  rosados o atiçavam.. E assim continuava a apertar  mais e mais aquele seio, o notando ficar marcado... foi descendo a mesma mão pela barriga da moça até chegar a região que ele mais desejava. 

   - Perfeita... perfeita demais para ser real. Tem um rosto tão inocente... que me faz querer tê-la em meus braços. - E assim invade com  seu dedo indicador entre os lábios vaginais da menina, tocando seu clitóris, e assim sem medir força ia fazendo movimentos para cima e para baixo notando sua própria respiração alterar um pouco, sem nem mesmo ele entender porque a desejava tanto. 

    Vinicius já sem conter sua vontade , sentia seu pau latejar, querendo aquela menina, então parou de tocá-la e foi logo ajeitando a cabeça dela, deixando seu corpo inclinado o suficiente para ele poder foder aquela boca. 

     - Vou te foder todinha criança, deve ser virgem ainda não é? - Dizendo coisas sem sentido, talvez reações de um desejo absurdo ele abre seu zíper e desce suas calças e cueca, logo segura os cabelos da menina e empurra a mesma levando sua boca se encontro ao pênis dele o fazendo chegar a garganta da menina que claro,se estivesse viva teria se engasgado. Era grande, e grosso, mas ele não se importava, aquela boca pequena engolindo tudo aquilo só o dava mais tesão... e assim ele dava inicio aos movimentos fortes, fodendo com vontade aquela boquinha deliciosa. 

     - Como eu queria te sentir quente perfeição. - E assim ele continua os movimentos de vai e vem com força, revezando algumas vezes com a velocidade ou movimentos.  Então ele olha para o restando do corpo dela que se mexia de acordo com os movimentos dele, principalmente os seios pequenos dela e ele gemia : - Ahhr, huum que boquinha gostosa! Acho que já está na hora de te foder né gostosinha! -  Parando os movimentos, ele tira seu pau da boca da menina , notando cair um pouco de sangue no chão, ele ajeita o corpo dela puxando para perto dele, abrindo bem as pernas dela para ele ter um acesso bastante favorável. Então segurando uma das pernas da menina dobrada ele segura seu pau e vai roçando devagar a entrada da bucetinha dela, sem cor e nem mesmo lubrificada, com muito pouca quantidade de pelos lisos ele vai forçando a entrada e então sente romper algo e sorri - Virgem! Agora você vai saber como é ter um homem te comendo! - e então vai fazendo um movimento de vai e vem já louco de desejo, eram varias estocadas e tapas nas coxas da menina: - Ahhr gostosa! Gosta assim? - Perguntava ele sentindo seu enorme pau tocando com força ao fundo daquela bucetinha apertada.

    Vinicius olha para os lábios dela e nota um liquido que pode ter saído de seu pau, deixando aquela boca toda lambuzada e aquilo o fez arrepiar, e assim começar a foder ela com movimentos precisos aquela menina mais e mais e assim vai explodindo dentro dela, enchendo-a com toda sua luxúria e desejo.... tirando o mesmo devagar vai deixando  toda aquela porra quente escorrer de sua bucetinha gelada.

 - Você não poderia ser enterrada sem um trato gostosa! - Respirando fundo na intenção de recuperar o fôlego ele vai subindo suas calças até metade da coxa e vai a uma torneira próxima limpar o mesmo, e assim sobe de vez a cueca e calça e troca as luvas. 

 Após se limpar, ele coloca seus EPI's de trabalho e então inicia a autopsia e limpa todo o corpo da jovem. No momento de fazer o laudo, ele pega a ficha da moça e então se assusta ao ver o nome dela: Bianca Granne Landel, o mesmo nome de sua filha, a qual não via desde seus 1 ano de idade. Ao olhar a idade já sentindo seu coração com batidas lentas pelo susto, percebe que ela tem a mesma idade e ao ver a filiação: Mãe: Hyedra Lourenne e Vinicius Landel? ele joga a ficha no chão e vai para a janela, respirando fundo levando suas mãos a cabeça.

- O que foi que eu fiz? Minha filha! - e assim seus olhos começam a transbordar e então após alguns segundos o silencio é quebrado. 

    - Papai... eu merecia aquele... "trato"? - Diz uma voz calma, mas soou também inocente.

  Neste mesmo momento Vinny olha para trás e vê a morta de pé atrás dele, acariciando devagar sua buceta cheia de porra deixando evidente seu sorriso de maldade, malicia e vingança prestes a vir. 

           Em volta de 03:45 da madrugada, Bruno chega e abre a porta da sala e se depara com Vinny morto de olhos abertos, seu rosto deixava claro que ele morreu muito assustado. Bruno ficou em choque com a cena, não sabia se pedia ajuda a Gabriel por telefone, ou se saia dali correndo. Afinal, pedir ajuda em Engelsblut era inútil. Ainda segurando a maçaneta, ele olha para a morta e na hora se assusta ao vê-la mover a cabeça rapidamente e dizer:

Me fode!  - Bruno corre muito assustado e sem olhar pra trás ouvindo uma risada muito alta vindo daquela sala. 

     - Mas e você, quer me foder?

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

O Vampiro de São Paulo

Bom dia meus queridos...

E hoje venho com um conto vampiresco e sexual gay para vocês.

Apreciem sem moderação e deem a opinião de vocês...

Boa leitura e um Feliz Ano Novo a todos.

*** Este conto tem teor sexual e não é recomendado para pessoas com menos de 18 anos de idade e aqueles que podem ficar ofendidos com o conteúdo e/ou a linguagem que foi usada ***

Obs.: Este conto foi um pedido de um dos leitores do blog, Jeferson, mais conhecido como NewPohl, vocalista da banda Angel Of Blood (Blutengel Tribute). 

Erik e Jason - True Blood


 

  "Com a noite vem as trevas e as criaturas da escuridão despertam para fazer seu banquete bebendo o sangue dos vivos. Mas nem todos seres se escondem nas sombras para sua caçada maldita: existem aqueles que preferem o glamour da alta sociedade – o sangue azul dos ricos é o mais saboroso..."

 Numa noite de minguante lua, Mark sai ao luar quando os sinos da Catedral da Sé se faz ouvir. No ano de 2015, enquanto muitos se escondem ao cair da noite, por falta de dinheiro ou mesmo vontade, os monstros andam e buscam por alimento, enquanto sua maldição de não-vida ainda pode ser vivida.

Um jovem de, aparentemente, 20 anos, Mark já tem quase 300 anos de vida vampírica e de tudo que já observou, nada mais lhe chama tanto a atenção.

Com seu carro, ele dirige até seu bar preferido: Bar do Batata, na República, onde vários gays se encontram para beber uma "breja" e conversar e se distrair de uma sociedade onde seu modo de vida é considerado mostruoso e indigno de apreciação;
como se essas pessoas soubessem o que é mesmo ser um monstro..., dizia a si mesmo Mark, enquanto dirigia seu Porsche preto para o bar.

Ao chegar próximo do estacionamento, próximo da estação do metrô República, Mark vê alguns jovens de negro e andando em direção à praça da República e outros indo para a praça Vieira, ponto de encontro para vários LBGT's. Mark estava vestido sua tradicional camiseta preta com colete igualmente preto, calças pretas e seu sapato social, como um bom e antiquo vampiro, jamais deixava de portar seu anel de pérola negro.

Andou por alguns minutos até chegar ao bar do Batata. Estava lotado, como sempre, mas sabia que sempre encontraria sua mesa reservada.

- Olá Batata, como vai? - disse Mark ao funcionário mais conhecido da região.

-  Estou ótimo Mark, a mesa de sempre?

- Mas é claro - respondeu Mark com o olhar já vidrado em sua mesa aos fundos do bar, onde se encontravam algumas pessoas. Nada de vampiros aqui hoje?, pensou, isso é bom...

 Sentando-se em sua mesa, Mark pede uma cerveja, enquanto aprecia os homens que iam e vinham pegando cervejas e conversando uns com os outros, riam e se beijavam. Este lugar precisa de uma animada... pensando, Mark se vira para Batata e pede sua música preferida (que por mais que não fosse o gosto dos demais, ou do ambiente, ele queria ouvir). Batata então põe a música Angel Of The Dark, da banda alemã Blutengel, e a que mais definia Mark em seu tempo na Alemanha como guerrilheiro.

Passado alguns minutos, que se tornaram horas, Mark já com vontade de ir para casa, se levanta. Ao fazê-lo, tropeça em um homem, um jovem de curtos cabelos negros e vestindo uma camiseta social branca com colete parecido com o de Mark.

- Me desculpe, querido - dizia Mark - não foi minha intenção sujá-lo com minha bebida - desculpou-se vendo que sua taça de vinho derramou sobre a camiseta do rapaz.

- Puta merda cara! - gritava o outro - comprei esta camiseta hoje!

- Mil perdões rapaz. Tenho uma camiseta no meu carro, você a quer? - disse Mark já analisando o garoto que agora mostrava-se usando lentes brancas  e seu belo rosto com pouca barba; Boa ideia ter derramado vinho... creio que terei uma noite daquelas!

- Claro que quero - respondeu o garoto já mais calmo - Meu nome é Adriano - responde o jovem após uma bela olhada para o físico de Mark de cima à baixo - gostei das vestes... bem vampiro.
- Agradecido Adriano, me chamo Mark, ao seu dispor... - dizendo isso, Mark dá um sorriso de canto e uma biscadela e anda para fora do bar se despedindo de Batata e com Adriano logo atrás de si.

Andaram até o carro de Mark sem trocar palavras, apenas olhares um tanto maliciosos e intensos...

- Mas diga ai, Mark, - diz o garoto quebrando o silêncio entre os dois - o que você faz aqui na República esta hora da noite? Meio perigoso não?

Parando um momento, Mark se vira para Adriano e responde:

- Vim em busca de alimento, e vejo que encontrei - com uma leve passada de língua no canto da boca, Mark vira-se para a frente e segue até o carro, mas não precisou virar-se para Adriano novamente para saber que este olhava suas coxas e mordiscava o canto da boca, já um tanto excitado pelas batidas de seu coração que se acelerava cada vez mais ao se aproximar de Mark.

Ao chegarem no carro de Mark, Adriano dá um passo para trás ao ver o Porsche.

- Uou - diz passando sua mão por cima da ombro de Mark - você sabe mesmo como dar uma cantada em alguém sabia?

- Não dei cantada e ninguém meu caro, apenas você que me seguiu até aqui - ao dizer isso, o coração de Adriano acelera ainda mais, e Mark já com água na boca e suas presas quase pulsando para fora e "voando" para a jugular de Adriano, conclui  - Já chegamos até aqui, quer ficar ai parado ou entrar e dar uma volta comigo?

- Não precisa perguntar de novo querido... - ao dizer isto, Adriano adentra o carro de Mark.

Mark sabia que teria problemas de tentar qualquer coisa ali dentro do estacionamento, pois havia várias câmeras, então teria que retirar Adriano de vista.

Já dentro do carro, Mark percebe que Adriano está excitado no banco ao lado do seu, fitando o horizonte, desnorteado, Mark não sabia se era por vergonha ou medo.

- Diga ai, senhor Adriano - comenta Mark - onde você mora?

- Mo... Moro aqui mesmo, na República e você? - questiona Adriano, já tendo coragem de olhar nos olhos do rapaz ao lado.

- Bom, digamos que eu moro em todos os lugares, mas atualmente vivo num hotel próximo a Catedral da Sé. Quer ir conhecer?

Sem ao menos esperar, Adriano põe sua mão por cima da calça de Mark e o fazendo se excitar no mesmo instante. Ao olhar para Adriano, vê-se o olhar de um garoto que quer fuder...

Algum tempo depois, eles chegaram ao hotel onde Mark se hospedava e para o espanto de Adriano, um puta de um hotel. Ao dar as chaves do carro para o manobrista, Mark leva Adriano até o hall de entrada do hotel e cumprimentou a recepcionista, sua amiga vampira Ellen, uma linda negra de longos cabelos ondulados e negros. Pegou o elevador com o jovem rapaz e apertou o botão do 15º andar.

Ao chegar no quarto de número 169, Mark abre-a e adentra, sendo seguido por Adrianno que relutante entra e tranca a porta.

- Vamos lá meu querido, acomode-se que trarei uma taça de vinho para nós - diz Mark já entrando num dos cômodos.

Adriano sentou-se numa das poltronas negras da sala e percebeu que quase todo o local estava ornamentado com decoração vitoriana ou medieval. As cortinas negras deixando a luz da lua adentrar a sala, dava ainda mais um toque sombrio ao local.

- Bom, espero que aprecie este vinho - diz Mark, voltando do cômodo com duas taças vermelhas cheia de um líquido avermelhado - uma das melhores safras da Itália - dando então uma das taças à Adriano conclui - cortesia de uma velho amigo florentino.

-Diga-me Mark, qual o motivo desta decoração? - indaga-lhe Adriano.

- Eu amo a cor preta e ela me persegue durante séc... anos - ponderando sua resposta, Mark tenta desconversar - mas não estamos aqui para falar de decoração ou de tempos passados, mas para falar de nosso futuro.

Deixando sua taça de lado, Mark dá um beijo profundo em Adriano, que pego de surpresa, quase poderia ter certeza de ter visto presas enormes saindo da boca do outro. Deixando-se levar pelo momento, Adriano larga sua taça no chão, derramando seu conteúdo no carpete, que se tivesse prestado atenção, poderia ver o líquido tão viscoso que não poderia ser comparado a um vinho.

 

 Mark levanta-se e pega Adriano no colo, levando-o para seu quarto especial... Ao adentrar, solta-o e o rapaz fica admirado com o que vislumbra a sua frente: um quarto com uma cama e por cima da cama correntes que estão presas ao teto.

- Acalme-se meu querido Adriano... - sussurrava Mark no ouvido de Adriano - isto é só  começo. Vamos nos divertir?!

Ao dizer isto, Mark agarra o garoto e dá-lhe mais um beijo o levando para próximo da cama. Ao chegar lá, prende os braços do garoto as correntes no teto e prende seus pés em amarras, que Adriano não tinha visto, na cama.

- Nossa, você gosta de brincar assim? - questiona Adriano, já vendo o pênis de Mark pulsando por cima da calça.

Mark sem conseguir se segurar mais, arranca sua roupa do corpo, despindo-se e deixando a mostra seu grande pau, que com admiração, Adriano olha lambendo os lábios. Mark então rasga as roupas de Adriano, que aquela altura não estava mais ligando para suas roupas, apenas para aquele pênis que o encarava, chamando-o e seduzindo-o a chupar.

Mark já com as presas pulsando em sua boca, solta um rugido gutural, o que faz Adriano se arrepiar, de medo e excitação, ao mesmo tempo. Mark vira-se para Adriano, com suas presas e seus olhos avermelhados.

- O q... o que é você? - brada Adriano com um rosto branco de espanto.

- Eu sou aquele que a sociedade esconde e aquele cujo poder é imenso e temido... - diz Mark, se aproximando - e você é meu alimento... de todas as formas possíveis de se suprir energia.


Ao dizer estas palavras, Mark morde a jugular de Adriano, que de primeiro momento sente uma terrível dor, mas aos poucos o prazer vai tomando conta de seu corpo e relaxa, deixando que sua energia vital seja sugada pelo homem mais belo que já esteve em sua vida.

Se afastando de Adriano, Mark solta-o das correntes e amarras dos pés e joga-o no chão; quando este está de joelhos, Mark segura-o pela nuca e enfia seu pau na boca de Adriano e esse quase se engasgando, retira-o da boca, após recuperar o fôlego, Adriano enfia o pau de Mark novamente na sua boca e fazendo carinhos em suas bolas.

Mark rasga seu pulso e faz com que Adriano beba seu sangue. Relutante, Adriano pega o pulso de Mark e abocanha, sugando o líquido vermelho rubro que sai do corte. Adriano sente o líquido passando de sua garganta para suas veias e uma pontada forte em seu peito, mas estava mais excitado, sentia seu pênis latejar e todo seu corpo se contrair, querendo que Mark enfiasse seu pau por trás.

Sem esperar mais, Mark segura o rosto de Adriano e num instante, gira sua cabeça 180º, fazendo com que se ouvisse o quebrar de ossos. Após poucos segundos, Adriano volta a respirar e levanta-se se súbito.

- Venha aqui - diz Mark, segurando no rosto de Adriano - você está gostando não é? Então vira...

Adriano obedece Mark e vira-se de costas, nu, sentindo agora a brisa da madrugada que adentra por uma janela discreta no outro extremo do quarto. De quatro, Adriano sente mais uma mordida de Mark, agora em sua coxa, que dilacerada, jorra sangue pela cama, e Adriano sente quando Mark enfia seu pênis por trás com toda a força, fazendo-o gemer alto.


Sem perceber, presas saíram de sua boca e o prazer que sentiu foi mais intenso do que poderia imaginar. No vai e vem de Mark, Adriano sentia mais e mais prazer, um prazer doloroso e excitante, que fez Adriano gozar apenas por Mark segurar seu pau.

Virando Adriano de frente, Mark novamente penetra o jovem, fazendo com que este gemesse ainda mais, olhando em seus olhos.

Algum tempo depois, já comendo Adriano de lado, Mark joga-o no chão e, urrando, goza em cima de Adriano.

- Meu querido - pergunta Adriano, já voltando a si - o que você fez comigo? Agora eu sou... um vampiro como você?

- Sim e a partir de hoje, você irá andar comigo na noite e mostrarei as belezas da noite vampírica.

- Não se preocupe Adriano - indaga Mark vendo a face pálida do rapaz se entristecer - Venha e participe de sua primeira alimentação.

Ao dizer isto, Mark abre uma porta próxima da cama e de lá, uma mulher ruiva sai e, semi nua, deita na cama e inclina sua cabeça para o lado, apenas esperando pelo grand finale.

Sem dizer nada, e com os olhos fumegando e as presas já a mostra e salivando, Adriano avança em direção a primeira de suas vítimas e para o banquete de sangue que o esperava...

Gostou do conto? Então dê sua opinião e se inscreva no blog. Não deixe de nos escrever sobre temas que queiram que escrevamos aqui. Não copie! Conto de minha autoria. Curta a página de Engelsblüt no Facebook e Siga seus Instintos! 

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Mártires - Martyrs Remake 2016

Boa Noite meus queridos! Como estão?  
   Espero que tenham tido ótimos pesadelos e noites de perturbação está semana. 
  Hoje irei falar sobre um filme chamado Martyrs ( Mártires traduzido para o português ), é um filme de 2008 francês. Considerado um dos mais perturbadores por ter muita tortura, é um ótimo filme.


 "Martir" Um mártir é uma pessoa que morre por sua fé religiosa, pelo simples fato de professar uma determinada religião ou por agir coerentemente com a religião que possui. - Wikipedia 
E filme é muito fantástico,e acredito que para quem é amante do terror ,adora falar sobre um filme que gosta muito. As atuações foram ótimas, e você sente raiva,dor,pena e se diverte ao mesmo tempo com tudo.Afinal,é um filme. Muito bom!

Ficha Técnica
Título Original: Martyrs
Gênero: Drama, Terror
Direção: Pascal LaugierR
Roteiro: Pascal Laugier
Elenco: Mylène Jampanoï , Robert Toupin, Catherine Bégin, Patricia Tulasne, Xavier Dolan-Tadros, Erika Scott, Morjana Alaoui, Juliette Gosselin 
Estreia: 2008
Duração: 97 minutos

Ele é um filme semelhante ao " Albergue" então para aqueles que não curtem, nem reclamem. 

A Sinopse é a seguinte: Lucie, uma menina de dez anos que desapareceu meses atrás, é encontrada em uma estrada, desorientada, sem lembrar de nada que aconteceu. Seu corpo está todo maltratado e as razões de seu desaparecimento são um mistério. Internada em um hospital pelos traumas causados, ela faz amizade com outra menina chamada Anna. Quinze anos depois dessa terrível experiência, Lucie embarca em uma sangrenta vingança contra os seus opressores, ou quem ela acredita que são.

O ruim de falar sobre filmes é que acabo fazendo um spoiler,então prefiro deixar o link abaixo para que vocês assistam e deixem sua opinião em comentários.  Sério,é muito foda



Clique aqui e assista: 


E Para a nossa alegria, em 2016 será lançado o Martyrs Remake, e  a nova versão de Mártires começa com Lucie, uma garota de 10 anos, fugindo de um armazém isolado onde era mantida prisioneira. Profundamente traumatizada, ela é atormentada por pesadelos terríveis no orfanato que a abrigou. Seu único conforto vem de Anna, que tem a mesma idade de Lucie. Quase uma década depois, e ainda assombrada pelo trauma, Lucie finalmente rastreia a família que a torturou. Conforme ela e Anna se aproximam da verdade agonizante, eles acabam ficando presas em outro pesadelo, do qual não há outra escapatória a não ser um destino de mártires. Ou seja, não é muito diferente do primeiro filme, mas vendo o trailer estou bastante ansiosa. Acredito que será uma ótima remake. 

 E então, estão prontos para Martyrs?




Veja o trailer de Matyrs Remake! 

Estão todos prontos?

Qualquer sugestão envie um e-mail para: 
Terroremengelsblut@Gmail.com  

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Guiado pelo Vicio


      Meus lindos leitores, os criadores de Terror em Engelsblut pedimos desculpas por não ter atualizado o blog estes últimos dias. Porém, venho com um presente para vocês. Este é um dos meus contos  de Engelsblut. Um dos contos que mais gosto, e tenho carinho. 

   Obs: Este é um conto +18 com temática de necrofilia e incesto, então nós do T-Engels não nos responsabilizamos por menores curiosos ou por pessoas sensíveis que tente ler o conto, pois cada um sabe de seu limite psicológico.

Boa leitura. 







   Era por volta de  00:34, Vinicius já estava atrasado para seu trabalho. Ele é um técnico de necropsia e seu turno se iniciava as 00:00 e vai até 06:00. Existem apenas três técnicos de necropsia em Engesblut, até pelo simples fato da cidade ser pequena, e eles serem obrigados a lidar com todos os tipos de criaturas e humanos. Vinicius era o único humano dos três, e morava sozinho.

  - Ei Vinny, chegou mais um corpo, acabou meu turno e você está atrasado cara, preciso ir comer um pouco... se é que me entende. Ah, e o Bruno ainda não chegou, esse seu assistente vai acabar virando meu lanche se não chegar na hora na próxima. - Colocando uma das mãos no bolso de sua calça jeans - O bom que te espero, mas de barriga cheia - e assim ele pisca após ter falado num tom de brincadeira.
    Gabriel era um vampiro, e amigo de Vinny há anos, então não ligava para os atrasos, a menos que precisasse comer.  

  - Beleza, pode ir. Deixa o garoto Gabriel. Sabe que dou conta cara! Vai de boa e bom descanso - e assim ele deixa sua mochila numa cadeira dentro da sala e pega uma maleta pequena com seus utensílios e já deixa ao lado do corpo que estava coberto com um lençol branco. Já acostumado as mancadas do Bruno, ele sorri pensando: O que de ruim poderia acontecer? Lugar parado.

  - Bom, chega de enrolar, vamos ver o cadáver! - O necropsista  então se aproxima mais da mesa onde está o cadáver e tira o pano que cobria o mesmo, deixando o cadáver nu. 

  -  Linda mulher. 

 Vinny abre sua maleta com os utensílios e pega duas luvas e as coloca tentando pensar no cadáver como apenas mais um corpo, e assim começa a limpar seus instrumentos de corte e etc. Já deixando tudo pronto, ele pega a ficha para saber mais sobre a garota morta, mas logo deixa de lado já sem conseguir mudar seus pensamentos.  Levando seu olhar novamente a moça, ele ajeita as luvas em suas mãos  e logo leva uma de suas  mãos a um dos seios dela, apertando levemente os sentindo firmes e gélidos. Aquela  morta era linda, a mais linda. Cabelos castanhos naturais, pele bem branca... aqueles lábios  rosados o atiçavam.. E assim continuava a apertar  mais e mais aquele seio, o notando ficar marcado... foi descendo a mesma mão pela barriga da moça até chegar a região que ele mais desejava. 

   - Perfeita... perfeita demais para ser real. Tem um rosto tão inocente... que me faz querer te-la em meus braços. - E assim invade com  seu dedo indicador entre os lábios vaginais da menina, tocando seu clítoris, e assim sem medir força ia fazendo movimentos para cima e para baixo notando sua própria respiração alterar um pouco, sem nem mesmo ele entender porque a desejava tanto. 

    Vinicius já sem conter sua vontade , sentia seu pau latejar, querendo aquela menina, então parou de tocá-la e foi logo ajeitando a cabeça dela, deixando seu corpo inclinado o suficiente para ele poder foder aquela boca. 

     - Vou te foder todinha criança, deve ser virgem ainda não é? - Dizendo coisas sem sentido, talvez reações de um desejo absurdo ele abre seu zíper e desce suas calças e cueca, logo segura os cabelos da menina e empurra a mesma levando sua boca se encontro ao pênis dele o fazendo chegar a garganta da menina que claro,se estivesse viva teria se engasgado. Era grande, e grosso, mas ele não se importava, aquela boca pequena engolindo tudo aquilo só o dava mais tesão... e assim ele dava inicio aos movimentos fortes, fodendo com vontade aquela boquinha deliciosa. 

     - Como eu queria te sentir quente perfeição. - E assim ele continua os movimentos de vai e vem com força, revezando algumas vezes com a velocidade ou movimentos.  Então ele olha para o restando do corpo dela que se mexia de acordo com os movimentos dele, principalmente os seios pequenos dela e ele gemia : - Ahhr, huum que boquinha gostosa! Acho que já está na hora de te foder né gostosinha! -  Parando os movimentos, ele tira seu pau da boca da menina , notando cair um pouco de sangue no chão, ele ajeita o corpo dela puxando para perto dele, abrindo bem as pernas dela para ele ter um acesso bastante favorável. Então segurando uma das pernas da menina dobrada ele segura seu pau e vai roçando devagar a entrada da bucetinha dela, sem cor e nem mesmo lubrificada, com muito pouca quantidade de pelos lisos ele vai forçando a entrada e então sente romper algo e sorri - Virgem! Agora você vai saber como é ter um homem te comendo! - e então vai fazendo um movimento de vai e vem já louco de desejo, eram varias estocadas e tapas nas coxas da menina: - Ahhr gostosa! Gosta assim? - Perguntava ele sentindo seu enorme pau tocando com força ao fundo daquela bucetinha apertada.

    Vinicius olha para os lábios dela e nota um liquido que pode ter saído de seu pau, deixando aquela boca toda lambuzada e aquilo o fez arrepiar, e assim começar a foder ela com movimentos precisos aquela menina mais e mais e assim vai explodindo dentro dela, enchendo-a com toda sua luxúria e desejo.... tirando o mesmo devagar vai deixando  toda aquela porra quente escorrer de sua bucetinha gelada.




  
 - Você não poderia ser enterrada sem um trato gostosa! - Respirando fundo na intenção de recuperar o folego ele vai subindo suas calças até metade da coxa e vai a uma torneira próxima limpar o mesmo, e assim sobe de vez a cueca e calça e troca as luvas. 
 Após se limpar, ele coloca seus EPI's de trabalho e então inicia a autopsia e limpa todo o corpo da jovem. No momento de fazer o laudo, ele pega a ficha da moça e então se assusta ao ver o nome dela: Bianca Granne Landel, o mesmo nome de sua filha, a qual não via desde seus 1 ano de idade. Ao olhar a idade já sentindo seu coração com batidas lentas pelo susto, percebe que ela tem a mesma idade e ao ver a filiação: Mãe: Hyedra Lourenne e Vinicius Landel? ele joga a ficha no chão e vai para a janela, respirando fundo levando suas mãos a cabeça.

- O que foi que eu fiz? Minha filha! - e assim seus olhos começam a transbordar e então após alguns segundos o silencio é quebrado. 

    - Papai... eu merecia aquele... "trato"? - Diz uma voz calma, mas soou também inocente.

  Neste mesmo momento Vinny olha para trás e vê a morta de pé atrás dele, acariciando devagar sua buceta cheia de porra deixando evidente seu sorriso de maldade, malicia e vingança prestes a vir. 

           Em volta de 03:45 da madrugada, Bruno chega e abre a porta da sala e se depara com Vinny morto de olhos abertos, seu rosto deixava claro que ele morreu muito assustado. Bruno ficou em choque com a cena, não sabia se pedia ajuda a Gabriel por telefone, ou se saia dali correndo. Afinal, pedir ajuda em Engelsblut era inútil. Ainda segurando a maçaneta, ele olha para a morta e na hora se assusta ao vê-la mover a cabeça rapidamente e dizer:

Me fode!  - Bruno corre muito assustado e sem olhar pra trás ouvindo uma risada muito alta vindo daquela sala. 

     - Mas e você, quer me foder? hahah







Meus lindos, como eu disse ali em cima, este é um dos contos do meu livro Cidade de Engelsblut. Não quero copias, caso utilize algum texto favor me peça permissão por e-mail, pois plagio é crime. Espero que tenham gostado, curtam e comentem! Compartilhe e se inscreva no blog.

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