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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Conto: Guiado pelo Vicio (Repost)

Olá queridos e queridas de Engelsblüt!

Trazemos novamente para vocês, um dos contos mais lidos do blog: Guiado pelo Vício. Se você não leu ainda, então aperte os cintos e se preparee para um conto enlouquecedor!


   Obs: Este é um conto +18 com temática de necrofilia e incesto, então nós do T-Engels não nos responsabilizamos por menores curiosos ou por pessoas sensíveis que tente ler o conto, pois cada um sabe de seu limite psicológico.

 Era por volta de  00:34, Vinicius já estava atrasado para seu trabalho. Ele é um técnico de necropsia e seu turno se iniciava as 00:00 e vai até 06:00. Existem apenas três técnicos de necropsia em Engesblüt, até pelo simples fato da cidade ser pequena, e eles serem obrigados a lidar com todos os tipos de criaturas e humanos. Vinicius era o único humano dos três, e morava sozinho.


  - Ei Vinny, chegou mais um corpo, acabou meu turno e você está atrasado cara, preciso ir comer um pouco... se é que me entende. Ah, e o Bruno ainda não chegou, esse seu assistente vai acabar virando meu lanche se não chegar na hora na próxima. - Colocando uma das mãos no bolso de sua calça jeans - O bom que te espero, mas de barriga cheia - e assim ele pisca após ter falado num tom de brincadeira.
    Gabriel era um vampiro, e amigo de Vinny há anos, então não ligava para os atrasos, a menos que precisasse comer.  

  - Beleza, pode ir. Deixa o garoto Gabriel. Sabe que dou conta cara! Vai de boa e bom descanso - e assim ele deixa sua mochila numa cadeira dentro da sala e pega uma maleta pequena com seus utensílios e já deixa ao lado do corpo que estava coberto com um lençol branco. Já acostumado as mancadas do Bruno, ele sorri pensando: O que de ruim poderia acontecer? Lugar parado.

  - Bom, chega de enrolar, vamos ver o cadáver! - O medico legista então se aproxima mais da mesa onde está o cadáver e tira o pano que cobria o mesmo, deixando o cadáver nu. 

  -  Linda mulher. 

 Vinny abre sua maleta com os utensílios e pega duas luvas e as coloca tentando pensar no cadáver como apenas mais um corpo, e assim começa a limpar seus instrumentos de corte e etc. Já deixando tudo pronto, ele pega a ficha para saber mais sobre a garota morta, mas logo deixa de lado já sem conseguir mudar seus pensamentos.  Levando seu olhar novamente a moça, ele ajeita as luvas em suas mãos  e logo leva uma de suas  mãos a um dos seios dela, apertando levemente os sentindo firmes e gélidos. Aquela  morta era linda, a mais linda. Cabelos castanhos naturais, pele bem branca... aqueles lábios  rosados o atiçavam.. E assim continuava a apertar  mais e mais aquele seio, o notando ficar marcado... foi descendo a mesma mão pela barriga da moça até chegar a região que ele mais desejava. 

   - Perfeita... perfeita demais para ser real. Tem um rosto tão inocente... que me faz querer tê-la em meus braços. - E assim invade com  seu dedo indicador entre os lábios vaginais da menina, tocando seu clitóris, e assim sem medir força ia fazendo movimentos para cima e para baixo notando sua própria respiração alterar um pouco, sem nem mesmo ele entender porque a desejava tanto. 

    Vinicius já sem conter sua vontade , sentia seu pau latejar, querendo aquela menina, então parou de tocá-la e foi logo ajeitando a cabeça dela, deixando seu corpo inclinado o suficiente para ele poder foder aquela boca. 

     - Vou te foder todinha criança, deve ser virgem ainda não é? - Dizendo coisas sem sentido, talvez reações de um desejo absurdo ele abre seu zíper e desce suas calças e cueca, logo segura os cabelos da menina e empurra a mesma levando sua boca se encontro ao pênis dele o fazendo chegar a garganta da menina que claro,se estivesse viva teria se engasgado. Era grande, e grosso, mas ele não se importava, aquela boca pequena engolindo tudo aquilo só o dava mais tesão... e assim ele dava inicio aos movimentos fortes, fodendo com vontade aquela boquinha deliciosa. 

     - Como eu queria te sentir quente perfeição. - E assim ele continua os movimentos de vai e vem com força, revezando algumas vezes com a velocidade ou movimentos.  Então ele olha para o restando do corpo dela que se mexia de acordo com os movimentos dele, principalmente os seios pequenos dela e ele gemia : - Ahhr, huum que boquinha gostosa! Acho que já está na hora de te foder né gostosinha! -  Parando os movimentos, ele tira seu pau da boca da menina , notando cair um pouco de sangue no chão, ele ajeita o corpo dela puxando para perto dele, abrindo bem as pernas dela para ele ter um acesso bastante favorável. Então segurando uma das pernas da menina dobrada ele segura seu pau e vai roçando devagar a entrada da bucetinha dela, sem cor e nem mesmo lubrificada, com muito pouca quantidade de pelos lisos ele vai forçando a entrada e então sente romper algo e sorri - Virgem! Agora você vai saber como é ter um homem te comendo! - e então vai fazendo um movimento de vai e vem já louco de desejo, eram varias estocadas e tapas nas coxas da menina: - Ahhr gostosa! Gosta assim? - Perguntava ele sentindo seu enorme pau tocando com força ao fundo daquela bucetinha apertada.

    Vinicius olha para os lábios dela e nota um liquido que pode ter saído de seu pau, deixando aquela boca toda lambuzada e aquilo o fez arrepiar, e assim começar a foder ela com movimentos precisos aquela menina mais e mais e assim vai explodindo dentro dela, enchendo-a com toda sua luxúria e desejo.... tirando o mesmo devagar vai deixando  toda aquela porra quente escorrer de sua bucetinha gelada.

 - Você não poderia ser enterrada sem um trato gostosa! - Respirando fundo na intenção de recuperar o fôlego ele vai subindo suas calças até metade da coxa e vai a uma torneira próxima limpar o mesmo, e assim sobe de vez a cueca e calça e troca as luvas. 

 Após se limpar, ele coloca seus EPI's de trabalho e então inicia a autopsia e limpa todo o corpo da jovem. No momento de fazer o laudo, ele pega a ficha da moça e então se assusta ao ver o nome dela: Bianca Granne Landel, o mesmo nome de sua filha, a qual não via desde seus 1 ano de idade. Ao olhar a idade já sentindo seu coração com batidas lentas pelo susto, percebe que ela tem a mesma idade e ao ver a filiação: Mãe: Hyedra Lourenne e Vinicius Landel? ele joga a ficha no chão e vai para a janela, respirando fundo levando suas mãos a cabeça.

- O que foi que eu fiz? Minha filha! - e assim seus olhos começam a transbordar e então após alguns segundos o silencio é quebrado. 

    - Papai... eu merecia aquele... "trato"? - Diz uma voz calma, mas soou também inocente.

  Neste mesmo momento Vinny olha para trás e vê a morta de pé atrás dele, acariciando devagar sua buceta cheia de porra deixando evidente seu sorriso de maldade, malicia e vingança prestes a vir. 

           Em volta de 03:45 da madrugada, Bruno chega e abre a porta da sala e se depara com Vinny morto de olhos abertos, seu rosto deixava claro que ele morreu muito assustado. Bruno ficou em choque com a cena, não sabia se pedia ajuda a Gabriel por telefone, ou se saia dali correndo. Afinal, pedir ajuda em Engelsblut era inútil. Ainda segurando a maçaneta, ele olha para a morta e na hora se assusta ao vê-la mover a cabeça rapidamente e dizer:

Me fode!  - Bruno corre muito assustado e sem olhar pra trás ouvindo uma risada muito alta vindo daquela sala. 

     - Mas e você, quer me foder?

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Marie Corpus +18 - Necrofilia

Boa noite meus queridos! O Conto de hoje é  de necrofilia, então aqueles que não gostam do assunto, nem siga adiante. Caso você seja curioso, a responsabilidade é somente sua. aos necrófilos de plantão, este é um prato de mão cheia, fiquem a vontade para gozarem.

************ 


 "Não vai fugir ", ela sussurrou em seu ouvido. Ele estremeceu em cada sílaba. O pecado ainda se mantinha fresco em sua memória e as feridas estavam abertas e infeccionadas pela culpa. Aquele acesso de loucura que o levara ao crime, ao triplo crime, era algo que ele nunca imaginara viver. Fora tomado por um súbito desejo de possuir Marie e, uma vez repelido, enlouqueceu. Esganou a própria irmã. Matou. Não satisfeito, excitado pela visão do corpo sem vida da moça, despiu cuidadosamente a camisola branca e se pôs a admirar a beleza virginal dela. 
   Com um cuidado obsessivo e lunático, deitou o corpo de olhos abertos sobre a cama e abriu suas pernas. Estava morta, mas tinha que possuí-la mesmo assim. E foi o que fez. Ainda estava quente e ele gozou várias vezes. E daí que estava morta? E daí que era sua irmã? E daí? Nada, nada era mais importante do que estuprar Marie, ou o cadáver dela. Ele proferiu as palavras mais sórdidas que lhe vieram à memória, tudo para manter o prazer vivo, mesmo que por uma pessoa morta. Quando terminou, exausto e ainda insano, mirou a alvura pálida dos seios de Marie. Queria mordê-los. Mordeu. Como eram macios... O cadáver ainda estava fresco e ele continuou. Primeiro delicadamente, para sentir a textura, depois com mais força. Até que rasgou a carne. O sangue jorrou e ele bebeu como um sedento no deserto que encontra o oásis. E comeu. Comeu a carne de Marie o quanto pôde, saboreando lentamente.
    Sentiu-se excitado novamente. Abriu novamente as pernas da morta e o prazer que sentiu foi duas vezes maior. Nacos grandes de carne eram arrancados com voracidade, enquanto o esperma jorrava de seu corpo. Ele, enfim, saciou-se. Agora era esconder o corpo. Ou o que sobrara dele. O quintal era o lugar mais próximo e mais seguro. Ele pegou a pá e começou o trabalho. Era madrugada, nada além dos grilos e corujas fazia barulho. Cavou. Quando terminou a cova, foi buscar o corpo, que deixara na cama. Sua boca ainda pingava sangue quando se contorceu horrorizado ao ver que o corpo não estava lá. Ele olhou por todos os lados e nada viu, nem sinal de Marie. E se alguém havia descoberto? Andou por toda a casa, respirando com dificuldades, procurando algum sinal de quem havia roubado o corpo. Nada. Entrou em pânico. Começou a chorar. Ninguém podia descobrir... Como ficaria sua reputação? Seria preso, mas e a reputação? 
   Precisava achar quem roubara Marie. Saiu para o quintal para pensar um pouco. Estava escuro e ele não viu o vulto sentado na borda da cova. Até que a coisa se moveu. Ele olhou e piscou rapidamente, o suficiente para o vulto desaparecer. Achou que fosse apenas imaginação, mas um sussurro lhe chegou aos ouvidos. "Não vai fugir". Ele se virou e nada viu. De repente, o ar esfriou. Um doce aroma de lírios encheu o ar. Lírios pensou ele, a flor favorita dela. E se deu conta do que estava acontecendo. O pânico cresceu a proporções inimagináveis. Não conseguia se mover. Sentiu então uma mão macia, porém gelada acariciar o dorso da sua, ir subindo, subindo... Chegar ao ouvido e enfiar um dedo lá dentro. Ele não conseguia se mover. O dedo não o machucou, apenas o fez ouvir novamente. Não vai fugir. Ele não se conteve e urinou-se todo. A mão desceu novamente, até seu pescoço, desta vez arranhando doloridamente. Ele sentiu a pele rasgar e o sangue escorrer, mas nada fundo o bastante para matá-lo. A mão continuou a arranhá-lo.
    De repente, diante de seus olhos surge uma figura branca, manchada de vermelho e com nacos de carne arrancados. Veio meio transparente para enfim firmar-se como um ser sólido, o rosto a um dedo de distância do seu. Marie chorava. "Irmão..." Foi o que ela disse. Numa descarga de adrenalina, ele jogou-a longe com um empurrão e desatou a correr. Saiu pela rua correndo o mais rápido que pôde, sempre tentando fugir de Marie. Sem saber de onde, ela surge na sua frente, nua e pálida, com uma parte das vísceras caindo pela rua. "Irmão, você não vai fugir". Mas ele tenta. Entretanto não importa em qual direção ele corra, ela sempre está na sua frente. Apavorado, continua a correr. Vê então o caminhão que se aproxima a toda velocidade. Joga-se na frente dele na esperança de morrer e ser deixado em paz. Acorda algumas semanas depois no hospital, quase intacto. 
   Acreditando ter sido apenas um sonho, pergunta à enfermeira quem o trouxe, ao qual ela responde ter sido uma moça branca, muito bonita, que se identificou como Marie. Graças a Deus! Eu não fiz aquilo!Porém seu alívio dura pouco. Assim que anoitece no hospital, enquanto tenta dormir, uma mão gelada lhe afaga as faces. Ele abre os olhos e o horrendo corpo de Marie, agora em leve estado de putrefação, está deitado sobre ele. "Não vai fugir, não adianta. Não tente morrer, eu não vou deixar". Ele grita. A enfermeira vem. Marie ainda está no mesmo lugar. Ele implora para que a tirem de cima dele, mas a enfermeira não a vê. Simplesmente chama o médico que o diagnostica com danos muito sérios no cérebro. Ele é encaminhado a um sanatório. Lá, todas as noites, Marie o persegue, arranhando seu corpo e causando feridas e pânico terríveis. Finalmente ele pede para ver um policial. O estranho pedido é atendido com desconfiança pelos médicos, mas é importante para ajudar no tratamento do paciente ver o que ele tem a dizer. Enfim, ele confessa o crime. E leva a polícia até o local da cova. 
   Os policiais cavam e lá encontram um corpo semi-putrefato, uma moça, exatamente como nas visões dele, Marie. Louco, emerge em uma risada histérica e alucinada. Eis seu crime! Eis a prova! Agora, por que Marie não o deixa em paz? "Não adianta" ela diz. Em pânico, ele corre até a cozinha, pega uma faca e corta as próprias entranhas. Novamente, acorda no hospital. Estranhamente, como da última vez, tudo é igual. Ele vê que tudo está na iminência de se repetir e se desespera. À noite, ele resolve tentar falar com Marie. Por que está acontecendo de novo? ele questiona."Você não sabe? Você morreu com aquele caminhão! Mas seus pecados não. Por isso estou aqui, mensageira do inferno, a lembrar você por toda a eternidade do que você fez". - O que eu fiz? Matei mesmo você? Estuprei seu corpo e comi sua carne? - "Isso. Fez isso comigo e com outros. Não se lembra, Não?Então é hora de lembrar. Esta noite virão outros mensageiros". E, para o horror dele, corpos de moças, jovens rapazes e crianças surgiram das sombras.
    O grito perdeu-se em sua garganta e o suor escorreu de sua têmpora quando, no meio da noite, ele acordou. Vestiu-se às pressas e foi até o quintal. Pegou a pá. Cavou. Lá estava Marie, apodrecendo, como ele checara na noite anterior, e na noite antes dela, e todas as noites desde que matara a irmã.


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E ai docinhos da Bruxa aqui, curtiram? Se sim,comentem aqui no blog e se inscreva na pagina. Compartilhe,e vamos fazer o terror crescer no nosso querido Brasil. 
 A propósito,este conto é um conto original do blog :  Shadow Room,  
Caso queiram visitar o blog deles basta jogar no google: Shadow Room , porem não sei se continuam na ativa. ( Mas deveriam, o blog é incrível) 

Beijão galera e tenham ótimos sonhos perturbadores!

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Guiado pelo Vicio


      Meus lindos leitores, os criadores de Terror em Engelsblut pedimos desculpas por não ter atualizado o blog estes últimos dias. Porém, venho com um presente para vocês. Este é um dos meus contos  de Engelsblut. Um dos contos que mais gosto, e tenho carinho. 

   Obs: Este é um conto +18 com temática de necrofilia e incesto, então nós do T-Engels não nos responsabilizamos por menores curiosos ou por pessoas sensíveis que tente ler o conto, pois cada um sabe de seu limite psicológico.

Boa leitura. 







   Era por volta de  00:34, Vinicius já estava atrasado para seu trabalho. Ele é um técnico de necropsia e seu turno se iniciava as 00:00 e vai até 06:00. Existem apenas três técnicos de necropsia em Engesblut, até pelo simples fato da cidade ser pequena, e eles serem obrigados a lidar com todos os tipos de criaturas e humanos. Vinicius era o único humano dos três, e morava sozinho.

  - Ei Vinny, chegou mais um corpo, acabou meu turno e você está atrasado cara, preciso ir comer um pouco... se é que me entende. Ah, e o Bruno ainda não chegou, esse seu assistente vai acabar virando meu lanche se não chegar na hora na próxima. - Colocando uma das mãos no bolso de sua calça jeans - O bom que te espero, mas de barriga cheia - e assim ele pisca após ter falado num tom de brincadeira.
    Gabriel era um vampiro, e amigo de Vinny há anos, então não ligava para os atrasos, a menos que precisasse comer.  

  - Beleza, pode ir. Deixa o garoto Gabriel. Sabe que dou conta cara! Vai de boa e bom descanso - e assim ele deixa sua mochila numa cadeira dentro da sala e pega uma maleta pequena com seus utensílios e já deixa ao lado do corpo que estava coberto com um lençol branco. Já acostumado as mancadas do Bruno, ele sorri pensando: O que de ruim poderia acontecer? Lugar parado.

  - Bom, chega de enrolar, vamos ver o cadáver! - O necropsista  então se aproxima mais da mesa onde está o cadáver e tira o pano que cobria o mesmo, deixando o cadáver nu. 

  -  Linda mulher. 

 Vinny abre sua maleta com os utensílios e pega duas luvas e as coloca tentando pensar no cadáver como apenas mais um corpo, e assim começa a limpar seus instrumentos de corte e etc. Já deixando tudo pronto, ele pega a ficha para saber mais sobre a garota morta, mas logo deixa de lado já sem conseguir mudar seus pensamentos.  Levando seu olhar novamente a moça, ele ajeita as luvas em suas mãos  e logo leva uma de suas  mãos a um dos seios dela, apertando levemente os sentindo firmes e gélidos. Aquela  morta era linda, a mais linda. Cabelos castanhos naturais, pele bem branca... aqueles lábios  rosados o atiçavam.. E assim continuava a apertar  mais e mais aquele seio, o notando ficar marcado... foi descendo a mesma mão pela barriga da moça até chegar a região que ele mais desejava. 

   - Perfeita... perfeita demais para ser real. Tem um rosto tão inocente... que me faz querer te-la em meus braços. - E assim invade com  seu dedo indicador entre os lábios vaginais da menina, tocando seu clítoris, e assim sem medir força ia fazendo movimentos para cima e para baixo notando sua própria respiração alterar um pouco, sem nem mesmo ele entender porque a desejava tanto. 

    Vinicius já sem conter sua vontade , sentia seu pau latejar, querendo aquela menina, então parou de tocá-la e foi logo ajeitando a cabeça dela, deixando seu corpo inclinado o suficiente para ele poder foder aquela boca. 

     - Vou te foder todinha criança, deve ser virgem ainda não é? - Dizendo coisas sem sentido, talvez reações de um desejo absurdo ele abre seu zíper e desce suas calças e cueca, logo segura os cabelos da menina e empurra a mesma levando sua boca se encontro ao pênis dele o fazendo chegar a garganta da menina que claro,se estivesse viva teria se engasgado. Era grande, e grosso, mas ele não se importava, aquela boca pequena engolindo tudo aquilo só o dava mais tesão... e assim ele dava inicio aos movimentos fortes, fodendo com vontade aquela boquinha deliciosa. 

     - Como eu queria te sentir quente perfeição. - E assim ele continua os movimentos de vai e vem com força, revezando algumas vezes com a velocidade ou movimentos.  Então ele olha para o restando do corpo dela que se mexia de acordo com os movimentos dele, principalmente os seios pequenos dela e ele gemia : - Ahhr, huum que boquinha gostosa! Acho que já está na hora de te foder né gostosinha! -  Parando os movimentos, ele tira seu pau da boca da menina , notando cair um pouco de sangue no chão, ele ajeita o corpo dela puxando para perto dele, abrindo bem as pernas dela para ele ter um acesso bastante favorável. Então segurando uma das pernas da menina dobrada ele segura seu pau e vai roçando devagar a entrada da bucetinha dela, sem cor e nem mesmo lubrificada, com muito pouca quantidade de pelos lisos ele vai forçando a entrada e então sente romper algo e sorri - Virgem! Agora você vai saber como é ter um homem te comendo! - e então vai fazendo um movimento de vai e vem já louco de desejo, eram varias estocadas e tapas nas coxas da menina: - Ahhr gostosa! Gosta assim? - Perguntava ele sentindo seu enorme pau tocando com força ao fundo daquela bucetinha apertada.

    Vinicius olha para os lábios dela e nota um liquido que pode ter saído de seu pau, deixando aquela boca toda lambuzada e aquilo o fez arrepiar, e assim começar a foder ela com movimentos precisos aquela menina mais e mais e assim vai explodindo dentro dela, enchendo-a com toda sua luxúria e desejo.... tirando o mesmo devagar vai deixando  toda aquela porra quente escorrer de sua bucetinha gelada.




  
 - Você não poderia ser enterrada sem um trato gostosa! - Respirando fundo na intenção de recuperar o folego ele vai subindo suas calças até metade da coxa e vai a uma torneira próxima limpar o mesmo, e assim sobe de vez a cueca e calça e troca as luvas. 
 Após se limpar, ele coloca seus EPI's de trabalho e então inicia a autopsia e limpa todo o corpo da jovem. No momento de fazer o laudo, ele pega a ficha da moça e então se assusta ao ver o nome dela: Bianca Granne Landel, o mesmo nome de sua filha, a qual não via desde seus 1 ano de idade. Ao olhar a idade já sentindo seu coração com batidas lentas pelo susto, percebe que ela tem a mesma idade e ao ver a filiação: Mãe: Hyedra Lourenne e Vinicius Landel? ele joga a ficha no chão e vai para a janela, respirando fundo levando suas mãos a cabeça.

- O que foi que eu fiz? Minha filha! - e assim seus olhos começam a transbordar e então após alguns segundos o silencio é quebrado. 

    - Papai... eu merecia aquele... "trato"? - Diz uma voz calma, mas soou também inocente.

  Neste mesmo momento Vinny olha para trás e vê a morta de pé atrás dele, acariciando devagar sua buceta cheia de porra deixando evidente seu sorriso de maldade, malicia e vingança prestes a vir. 

           Em volta de 03:45 da madrugada, Bruno chega e abre a porta da sala e se depara com Vinny morto de olhos abertos, seu rosto deixava claro que ele morreu muito assustado. Bruno ficou em choque com a cena, não sabia se pedia ajuda a Gabriel por telefone, ou se saia dali correndo. Afinal, pedir ajuda em Engelsblut era inútil. Ainda segurando a maçaneta, ele olha para a morta e na hora se assusta ao vê-la mover a cabeça rapidamente e dizer:

Me fode!  - Bruno corre muito assustado e sem olhar pra trás ouvindo uma risada muito alta vindo daquela sala. 

     - Mas e você, quer me foder? hahah







Meus lindos, como eu disse ali em cima, este é um dos contos do meu livro Cidade de Engelsblut. Não quero copias, caso utilize algum texto favor me peça permissão por e-mail, pois plagio é crime. Espero que tenham gostado, curtam e comentem! Compartilhe e se inscreva no blog.

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